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Programa Verdade e Vida

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

 DOZE PRATOS
Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de 12 pratos de porcelana rara, de antiga procedência.

Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou-o à morte.

Às vésperas da execução um sábio apresentou-se ao príncipe, pediu para ver os cacos do prato quebrado, e lhe garantiu que era capaz de resolver aquele terrível problema, desde que o príncipe revogasse a sentença daquele pobre homem.

Emocionado, o príncipe aceitou a proposta.
O ancião solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho bordada e os pedaços da preciosa porcelana quebrada espalhados em volta do móvel, no chão.

Atendida sua solicitação, aproximou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore, arrebentando-as todas.

Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
- Pronto, meu senhor, assim fica resolvido o problema da sua preciosa coleção. E o problema é que cada um destes pratos vale mais que uma vida humana.

Deu uma pausa e concluiu: 
- Agora podeis mandar matar-me. Sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada separadamente.

Passado o choque, o príncipe, comovido, arrependeu-se da loucura que iria fazer e libertou o velho e o servo.



Que dará o homem em troca da sua vida?
Mateus 16.26

terça-feira, 29 de junho de 2010

PROCURA-SE
Certa vez, um homem rico perdeu uma bolsa com quatrocentas moedas de ouro.
Então, anunciou nos jornais da cidade que daria uma boa gratificação a quem a encontrasse e a devolvesse para ele.
Dias depois, um homem muito pobre encontrou a bolsa edevolveu-a ao rico.
O rico contou as moedas. Estavam todas ali. Mas, como era muito avarento procurou um jeito de não dar a gratificação prometida. Então, olhou para aquele homem humilde e lhe disse:
- Faltam cem moedas. Você me roubou. Não merece gratificação nenhuma.
O pobre homem foi expor o fato ao juiz.
O juiz chamou o rico e perguntou:
- Quantas moedas havia na bolsa que você perdeu?
- Quinhentas – respondeu-lhe o rico.
- E quantas há na bolsa que este homem trouxe?
- Quatrocentas, respondeu o rico.
Aí o juiz disse:
- Então essa bolsa não é sua. Devolva a bolsa a este homem e desapareça da minha frente.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A LAGARTA PROCESSIONÁRIA

As lagartas processionárias alimentam-se de flores e folhas de árvores. Movem-se em "procissões" (daí o nome), cada uma com a cabeça colada à extremidade da outra.

Jean-Henri Fabre, naturalista francês, ao estudar um grupo dessas lagartas, induziu-as a se movimentar em torno de um grande círculo.

Ele pressupunha que depois de algum tempo, as lagartas perceberiam seu caminho circular, ficariam cansadas da marcha inútil e partiriam em uma nova direção. Mas não foi o caso. Pela força do hábito, esse círculo vivo continuou a se arrastar ao redor do vaso, vez após vez, dia após dia, mantendo a mesma velocidade!

Uma porção de comida foi colocada ao lado do vaso, em plena vista das lagartas, mas fora do alcance do círculo. Mesmo assim, elas permaneceram em sua vereda por sete dias e noites - numa marcha rumo à morte.

As lagartas processionárias estavam seguindo sua experiência passada, instinto, hábito, precedência, costume, padrão normal. Mas, estavam seguindo às cegas.



Se um cego guiar outro cego,
ambos cairão no barranco.
Mateus 15.14

sexta-feira, 18 de junho de 2010

ENTRE A CRUZ E O EMPREGO
Certo funcionário de uma empresa foi chamado um dia ao gabinete do dono.

Sem meias palavras, o homem foi direto ao assunto:
- Estamos reestruturando a empresa e precisamos de uma pessoa exatamente do seu tipo para ocupar uma importante gerência. Analisamos a sua ficha e vimos que só há um problema com você: você é crente e o cargo é incompatível com a sua fé, de modo que você terá que fazer uma opção entre a promoção no emprego e sua religião. Mas você não precisa responder agora. Vá para casa, hoje é sexta-feira, pense, e na segunda nos diga o que foi que decidiu.

Nosso irmão foi para casa envolto no manto da dúvida e naquele final de semana seu coração virou campo de batalha entre o certo e o errado.
Na segunda-feira, lá estava ele na empresa, já ansioso por encontrar-se com o dono, que perguntou-lhe:
- E aí? Qual é a sua decisão?
- Acho que vou aceitar a proposta que me fez.

O patrão nem levantou a cabeça:
- Então, vá imediatamente ao Departamento de Pessoal. Você está despedido!
- Mas... patrão, foi o senhor mesmo que me fez a proposta!
- Sim, mas, na verdade estou procurando alguém de absoluta confiança para ocupar este cargo. Se você foi capaz de tão rapidamente trair a sua consciência religiosa, quem me assegura que mais rapidamente ainda não trairá a empresa?

De João Soares da Fonseca - Revista Compromisso/3º Trim-2001.



Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus.
II Timóteo 3.4

segunda-feira, 7 de junho de 2010

RESPOSTAS PRONTAS

Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota zero.

O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma “conspiração do sistema” contra ele.

Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: “Mostre como pode-se determinar a altura de um edifício com o auxilio de um barômetro.”

A resposta do estudante foi a seguinte: "Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício.”

Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão.

Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de física.

Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor.

Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte ele escreveu esta resposta: Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo “t” de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h 3D (1/2)gt**2, calcule a altura do edifício.

Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.

Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras resposta s para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.

- Ah!, sim, - disse ele - há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro.

Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.

- Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se à altura do edifício.

- Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas.

- Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g’s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença.

- Finalmente - concluiu, - se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se: “Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente".

A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta ‘esperada’ para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa.


"Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto” (Albert Einstein)




Ouça também o sábio e cresça em ciência,
e o entendido adquira habilidade.
Provérbios 1.9

sábado, 29 de maio de 2010

FORMIGA ESCRAVAGISTA
Conta-se que há na Amazônia uma espécie de formigas que literalmente escraviza outras formigas mais fracas.
Elas atacam o formigueiro da espécie mais fraca, matam seus defensores e levam os casulos das formigas trabalhadoras.
Quando estas "crianças capturadas" saem do casulo, elas pensam que fazem parte da família das formigas invasoras e lançam-se nas tarefas para as quais nasceram.

Nunca chegam a compreender que são vitimas do inimigo para fazerem trabalho forçado.



Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado.
João 8.34

terça-feira, 25 de maio de 2010

Ilustração !!!!!!!!!!!!

         Você realmente crê em Deus?
Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queira a glória só pra si, resolveu subir sem companheiros.
Durante a subida, foi ficando mais tarde e mais tarde e ele, para ganhar tempo, decidiu não acampar, sendo que continuou subindo... e, por fim, ficou escuro.
A noite era muito densa naquela ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era trevas, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens.
Ao subir por um caminho estreito, a poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.
Naqueles breves segundos da sua queda, sua vida passava-lhe inteira à sua frente. Quando a morte já lhe era certa, de repente, um fortíssimo solavanco... causado pelo esticar da corda à qual estava amarrado e que, por sorte, prendera-se às rochas.
Nesse momento de solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer, senão pedir socorro aos céus: - Meus Deus, ajude-me!
De repente, uma voz vinda dos céus lhe pergunta: - Que queres que eu te faça?
- Salva-me, meu Deus! Respondeu o alpinista.
- Crês realmente que Eu posso salva-lo?
- Sim, Senhor, eu creio.
- Então, corta a corda!
Depois de um profundo momento de silêncio, o alpinista agarrou-se ainda mais à corda.
- Porque duvidas... não crês que eu posso salvá-lo? Insistiu a voz. – Se creres, verás a glória de Deus.
Conta a equipe de resgate que, no outro dia, encontraram o alpinista morto, congelado, com as mãos firmemente agarradas à corda... a apenas dois metros do chão.

“O Senhor nosso Deus nos segura pelas mãos e nos diz: Não temas, Eu te ajudo” – Isaías 41.13.

sábado, 22 de maio de 2010

JESUSCIDÊNCIA
Há uma igreja nos EUA chamada "Almighty God Tabernacle" (Tabernáculo do Deus Todo-Poderoso).

Num sábado à noite o pastor dessa igreja ficou trabalhando até mais tarde e decidiu telefonar para sua esposa, antes de voltar para casa.

A esposa não atendeu o telefone, apesar de tocar várias vezes. O pastor continuou  a fazer mais algumas coisas e, mais tarde, tentou de novo e sua esposa atendeu de imediato. Ele perguntou por que ela não havia atendido antes e ela disse que o telefone sequer havia tocado.

Na segunda-feira seguinte, o pastor recebeu um telefonema. Era de um homem e ele queria saber por quê haviam ligado para sua casa no sábado à noite.

O pastor, então, entendeu que havia cometido um engano e pediu desculpas ao homem por perturbá-lo, explicando que havia tentado falar com sua esposa.

O homem disse-lhe:
- Tudo bem, não precisa se desculpar, pois, não liguei para reclamar. Liguei para agradecer. Eu estava planejando me suicidar naquele momento. Antes, porém, eu orei dizendo: "Deus, se tu existes e estás me ouvindo e não queres  que eu faça isso, dá-me um sinal, agora". Naquele momento, o telefone começou a tocar. Eu olhei para o identificador de chamadas e lá estava escrito: "Almyghty God" (Deus Todo-Poderoso).

O pastor ficou  maravilhado com a coincidência e perguntou:
- E por que você não atendeu, meu amigo?

Ele respondeu:
- Eu fiquei com medo.


Deus é amor.
I João 4.8

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dependa do Senhor!

PASSAR BEM
Foi muito interessante o que uma senhora disse ao seu médico. Ela estava enferma e após ter-se consultado e sido medicada, seu médico, com a receita de remédios na mão, lhe disse:
- Agora, por seis meses, repouso absoluto. Não saia de casa.

Ela não concordou e respondeu:
- Pois é, eu sou crente. Como é que vai ser? E a minha igreja, doutor?
- Ora, protestou o médico, a sua igreja pode passar muito bem sem a senhora.

- Sim, eu sei, retrucou a mulher, eu é que não posso passar muito bem sem a minha igreja!


Não deixemos de congregar,
como é costume de alguns.
Hebreus 10.25

terça-feira, 18 de maio de 2010

EXORT - AÇÃO
No seu livro Segredos da Montanha, Pat Williams fala de uma experiência com um grupo de estudantes.

Foi-lhes dito que os cientistas tinham provado que as crianças com olhos castanhos eram mais espertas do que aquelas com olhos azuis.

Imediatamente os estudantes com olhos castanhos começaram a trabalhar bem na escola.

Contudo, uns dias mais tarde foi-lhes dito que tinham sido enganados, e que eram os jovens com olhos azuis que eram de fato os mais espertos.

Rapidamente as notas das crianças com olhos azuis subiram acima das dos seus colegas de olhos castanhos.

Este estudo demonstra que as palavras têm o poder de influenciar o comportamento.



Exortai-vos uns aos outros,
e edificai-vos uns aos outros.
I Tessalonicenses 5.11

segunda-feira, 17 de maio de 2010

AMARGO REGRESSO
Esta história é contada como verídica. Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta.

Ele ligou para seus pais e disse-lhes:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.

- Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo!

- Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.

- Puxa, filho, não é facil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim... mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele.

- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.

- Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele.

- Está certo, papai, o senhor tem razão!
Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um outro telefonema, da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles.
Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o "amigo" do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.



Mas Deus prova o seu amor para conosco,
em que, quando éramos ainda pecadores,
Cristo morreu por nós.
Romanos 5.8

Cuidado com a Ansiedade!

TIQUETAQUETANDO
Um relógio começou a calcular o trabalho que teria que fazer no ano seguinte.
- Eu tenho que tiquetaquear duas vezes por segundo, isso quer dizer que terei que tiquetaquear 120 vezes a cada minuto. Numa hora, serão 7.2000 vezes; durante o dia, em 24 horas, serão 172.800 vezes. Ora, num ano precisarei tiquetaquear 63 milhões de vezes. Meu Deus, isso é demais até para um bom relógio como eu!
Assim, de cifra em cifra, imaginando o imenso trabalho que teria pela frente, o relógio não resistiu. Teve um colapso e pifou.



Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
Mateus 6.34

sábado, 15 de maio de 2010

O quadro

O QUADRO
Uma importante galeria de arte abre exposição de um grande pintor.
Dentre todos os quadros, o que mais chama a atenção dos convidados é uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com o ouvido próximo à porta, Ele procura ouvir se lá dentro alguém lhe responde.
Um observador curioso, porém, aponta uma falha no quadro:
- Está faltando a fechadura nesta porta, diz ele, em voz alta, na frente de todos.
O artista, com muita tranqüilidade, lhe responde:
- Não, meu amigo, não está faltando a fechadura. Esta porta é assim mesmo, pois, é a porta do coração humano. Só pode ser aberta pelo lado de dentro.



Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Apocalipse 3.20

sexta-feira, 14 de maio de 2010

DE DEUS NÃO SE ZOMBA

Na Bíblia está escrito: "Não
vos enganeis, de Deus não se zomba,
pois tudo o que o homem semear,
isto também ceifará"
.  (Gálatas 6:7)

JOHN LENNON
Ao dar uma entrevista a uma revista americana, disse: "O cristianismo vai se acabar, vai se encolher, desaparecer. Eu não preciso discutir sobre isso. Eu estou certo. Jesus era legal, mas suas disciplinas são muito simples. Hoje, nós somos mais populares que Jesus Cristo.(1966)"

Lennon foi baleado por um dos seus fãs.


TANCREDO NEVES
Na ocasião da campanha presidencial, disse que se tivesse 500 votos do seu partido (PDS), nem Deus o tiraria da presidência da república.

Os votos ele conseguiu, mas o trono lhe foi tirado um dia antes de tomar posse.


BRIZOLA
No ano de 1990, na campanha presidencial, disse que aceitava até o apoio do demônio para se tornar presidente.

A campanha, quando acabou, apontou Collor como presidente e não mostrou Brizola nem em segundo lugar.


O CONSTRUTOR DO NAVIO TITANIC
O construtor do maior navio de passageiros de sua época, no dia de lançá-lo ao mar, respondeu o seguinte, para uma repórter que lhe perguntou a respeito da segurança do navio: "Minha filha, nem Deus afunda este navio".

O Titanic afundou após bater num iceberg, matando centenas de passageiros. Foi o maior naufrágio de um navio de passageiros no mundo.


MARILYN MONROE
Foi visitada por Billy Graham durante a apresentação de um show. Ele, um pregador do Evangelho, na época havia sido mandado pelo Espírito Santo àquele lugar, para pregar a Marilyn. Porém ela, depois de ouvir a mensagem do Evangelho, disse: "Não preciso do seu Jesus."

Uma semana depois foi encontrada morta em seu apartamento.


BON SCOTE
Ex-vocalista do conjunto AC/DC. Cantava no ano de 1979 uma música com a seguinte frase: "Don´t stop me, I´m going down all the way, wow the highway to hell" (Não me impeça... Vou seguir o caminho até o fim, na auto-estrada para o inferno).

No dia 19 de fevereiro de 1980, Bon Scote foi encontrado morto, asfixiado pelo próprio vômito.


Outros
Certa jovem estava saindo com seus amigos para um final de semana na praia. Sua mãe, preocupada com a excessiva empolgação dos jovens, disse-lhe: "Vai com Deus, minha filha". A moça, com ironia, respondeu: "Só se Ele for no porta-malas, mãe, pois no carro não cabe mais nada". E saíram rindo.

Na viagem de ida, envolveram-se num grave acidente. Todos morreram, porém, nada do que estava no porta-malas sofreu qualquer dano. Nem mesmo um só ovo se quebrou na caixa de ovos que eles estavam levando.


Autor desconhecido.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Ilustração !!!!!!!!!!!!

AMARGO REGRESSO

Esta história é contada como verídica. Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta.

Ele ligou para seus pais e disse-lhes:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.

- Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo!

- Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.

- Puxa, filho, não é facil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim... mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele.

- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.

- Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele.

- Está certo, papai, o senhor tem razão!

Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um outro telefonema, da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles.

Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o "amigo" do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.

Mas Deus prova o seu amor para conosco,
em que, quando éramos ainda pecadores,
Cristo morreu por nós.

Romanos 5.8

quinta-feira, 29 de abril de 2010

CARRINHO DE MÃO

Conta-se que um homem esticou um cabo de aço sobre as Cataratas do Niágara, que ficam na divisa entre o Canadá e os Estados Unidos.
Em seguida, atravessou andando sobre o cabo de aço. Foi e voltou.
A multidão, extasiada, aplaudiu.
Aproximando-se de uma senhora que estava no meio do povo, aquele homem perguntou:
- A senhora acredita que eu consigo atravessar novamente?
- É claro! - respondeu a mulher.
- A senhora acredita que eu consigo atravessar levando um carrinho de mão?
- Sim, eu acredito.
- A senhora acredita que eu consigo atravessar levando um carrinho de mão com uma pessoa dentro?
- Tenho certeza que sim!
- Então, disse o homem, a senhora poderia, por favor, ajudar-me neste número, entrando no carrinho?
- De jeito nenhum!

Ela acreditava, mas não confiava.



A fé sem obras é morta.
Tiago 2.26
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segunda-feira, 26 de abril de 2010

UMA FOLHA EM BRANCO
Certa vez fiz o vestibular de uma faculdade de propaganda. Um dos itens era "redação livre", para a qual havia apenas um tema em comum a todos os vestibulandos. E o tema era: "Descreva o que você vê na folha anexa".

Só que a tal folha anexa, uma página de papel comum, estava em branco. A maioria, incluindo eu, virou a folha para ver se havia algo no verso. Não havia. E lá no fundo um apressadinho levantou a mão e chamou a atenção do professor:
- Mestre, minha folha está em branco.

O mestre só olhou por cima dos óculos, com aquele ar de reprovação. E aí todo mundo entendeu: o que era possível enxergar numa folha em branco?

Quando as notas saíram, eu, curioso, fui perguntar ao mestre qual tinha sido o critério de avaliação. E ele me disse:
- Quanto mais surpreendente a resposta, mais alta a nota.

A resposta mais comum foi "Nada" e mereceu nota 4. Foram apenas duas notas 8 e uma delas até hoje mexe comigo. Alguém escreveu:

- VEJO UMA OPORTUNIDADE! 




Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
II Coríntios 5.17

sábado, 24 de abril de 2010

QUESTÃO DE PONTUAÇÃO

Um homem rico estava muito mal, pediu papel e pena e escreveu assim:
"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres."
Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava ele a fortuna?
Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
    - Deixo meus bens à minha irmã? Não!
    -
A meu sobrinho.
    - Jamais será paga a conta do alfaiate.
    - Nada aos pobres.

2) A irmã p
ontuou assim o escrito:
    - Deixo meus bens à minha irmã.
    - Não a meu sobrinho.
    - Jamais será paga a conta do alfaiate.
    - Nada aos pobres.
3) O alfaiate puxou a brasa pra sardinha dele:
    - Deixo meus bens à minha irmã? Não!
    -
A meu sobrinho? Jamais!
    - Será paga a conta do alfaiate.
    - Nada aos pobres.

4) Aí veio a interpretação dos pobres:
    -
Deixo meus bens à minha irmã? Não!
    - A meu sobrinho? Jamais!
    - Será paga a conta do alfaiate? Nada!
    - Aos pobres.
Assim é a vida.
Nós é que colocamos os pontos.
E isso faz a diferença.

"A noite é passada, e o dia é chegado; dispamo-nos, pois, das obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz.
Andemos honestamente, como de dia: não em glutonarias e bebedeiras, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e inveja".

Romanos 13.12-13.



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sexta-feira, 23 de abril de 2010

ESTAGIÁRIA MATA COLEGA
 
 
Uma estagiária confessou ter planejado a morte de duas colegas para conseguir uma vaga de emprego em uma indústria de derivados de petróleo em Cubatão, em São Paulo, em Janeiro de 2006.

Ela disse que contratou um pistoleiro de aluguel para cometer os assassinatos, segundo a Globonews. Uma das vítimas conseguiu sobreviver, mas ficou gravemente ferida. A outra foi assassinada com cinco tiros na porta de casa em Santos.

A jovem confessou que queria um emprego na empresa e, como não havia mais vagas, decidiu planejar o assassinato. Ela também afirmou que queria a vaga para ficar ao lado de um outro funcionário, que seria seu amante.

Dois suspeitos de participação nos crimes também foram presos; um deles era seu primo.



E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio...
Romanos 1.28-29

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A CAMISA DA ALEGRIA
Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.
Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.
Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.
Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.

Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.
Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.

Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.
Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa.
Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: - Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.



O reino de Deus não consiste
no comer e no beber,
mas na justiça, na paz,
e na alegria no Espírito Santo.
Romanos 14.17

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