Pesquisar este blog

Programa Verdade e Vida

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A ANTIPATIA RELIGIOSA DO MARXISMO E SUA INFLUÊNCIA NA DEGRADAÇÃO SOCIAL


A ANTIPATIA RELIGIOSA DO MARXISMO E SUA INFLUÊNCIA NA DEGRADAÇÃO SOCIAL

A história da filosofia Marxista inicia-se em meados do século XIX com o seu patrono Karl Marx (1818-1883). O estudo de Marx se desenvolveu entre os anos de 1843 e 1845, fundamentado nas três tradições intelectuais européias: a filosofia idealista alemã de Hegel e dos neohegelianos, o pensamento da economia-política britânica e a teoria política socialista utópica, dos autores franceses. Baseado na concepção materialista e dialética da História, Marx interpreta a vida social conforme a dinâmica da base produtiva das sociedades e das lutas de classes daí conseqüentes. Assim, ele compreende o homem como um ser social histórico, que se difere dos “outros” animais pela sua capacidade de progredir e se emancipar da escassez da natureza.
A maior contribuição marxista foi contra a burguesia dos anos seguintes, na formação sindical e luta pelos direitos dos trabalhadores. Porém essa filosofia foi usada pelos impérios comunista da União Soviética, China e Cuba, que na pretensão de “libertar” o homem das “algemas” sociais esgotaram recursos naturais e afugentaram a religião do cotidiano do povo.
Os resultados do marxismo no mundo foi que países como o Afeganistão, Azerbaijão, Biellorrússia, Estônia e outros, tiveram nos florestas completamente desmatadas e outros recursos naturais completamente destruídos em pró do progresso conclamado pelo comunismo. O princípio é marxista, os recursos naturais devem servir a humanidade até o seu esgotamento, até porque o homem (segundo Marxi) se emancipa a escassez da natureza, sendo assim pode-se utilizar a mesma sem reservas, pois mesmo que uma acabe o outro sobreviverá. Com o risco da energia oriunda da natureza se findar, os soviéticos recorreram à energia nuclear para que um dia não dependência mais da natureza, dando assim, inicio a corrida atômica com os EUA.
Na religião, a famosa “cortina de ferro” foi implacável com todas as formas de religião, os Budistas perseguidos, os Cristãos expulsos, os Muçulmanos escravizados, não foram benevolentes com nenhuma delas. Os marxistas acreditavam que a religião oprimia e impedia o ser humano de gozar da liberta que era devida. Por isso que hoje não podemos esperar que partidos de fundamentação marxista venham a pensar nos evangélicos ou qualquer outra religião. Até os dias de hoje, os países que foram marcados por essa filosofia enfrentam dificuldades para conhecer a Bíblia e desenvolver qual quer tipo de espiritualidade.
Hoje encontramos pessoas longe de Deus, completamente alheias a preservação dos recursos naturais e desesperançada com o seu futuro, porque a fé delas está em algo falho e degradante, que é o próprio homem.
No Brasil, os petistas e outros partidos de linha marxista sempre viram o cristianismo como um adversário, prova é o projeto de lei da homofobia, que de forma sutil agride a liberdade das igrejas de expressarem sua fé e enaltece o ser humano como o centro do universo e esperança de um mundo melhor. Pura ilusão! O homem é fruto de sua natureza, corrompida, pecaminosa e sem Deus não poderá produzir bem, paz ou esperança para os seus dias. A sociedade sem Deus é vista nas zonas de prostituição, nas “Cracolândias”, no álcool, no divorcio, na pedofilia e em toda relação sexual ilícita. Se os marxistas queriam uma sociedade sem Deus, então eles conseguiram. Trouxeram com o seu desejo anticristão tudo aquilo que também se opõe a Deus e corrompe o homem, toda sorte mal produzido pelo egoísmo humano.
Será que o marxismo tem algo haver com tudo que aflige o mundo ocidental? Ou pelo menos tem alguma parcela de culpa? Algo a se pensar! Porém de uma coisa tenho certeza, que o cristianismo resistiu a investidas das filosofias do passado e, creio eu, que passará pelas perseguidos, apostasias e abominações do presente século firmados em Jesus Cristo. “...e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;” Mateus 16:18

Gedeon Martins

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Nem a PL122 e nem os Teofóbicos herdarão...

O QUE A BÍBLIA DIZ?

1 CORÍNTIOS 6.9
Nem a PL122 e nem os Teofóbicos herdarão...

As palavras efeminado e sodomita apresentadas no texto de 1 Co. 6.9 são uma expressa condenação do Senhor sobre duas formas diferentes de praticar o mesmo pecado.

A PRIMEIRA se traduz corriqueiramente por Efeminado. ‘Malakos’, do grego mole, macio, suave e efeminado, era usada para se referir aos homens que eram passivos nas relações sexuais com outros homens. A idéia de suave, mole e etc, era pelo fato de esses homens terem a atitude usual da mulher na relação sexual com outros homens. Nos nossos dias a melhor tradução para esse termo seria “homossexuais passivos”, esses não herdarão o reino dos céus.

A SEGUNDA se traduz por sodomita. ‘Arsenókoitês’, do grego sodomita, pederasta, homossexual. Esse termo é a junção de duas outras palavras gregas: ‘Arse’, que quer dizer macho; e, ‘koitê’, que quer dizer leito nupcial, relação sexual, coito. Seria aquele que faz sexo com outro homem, ou ainda, aquele que é ativo na relação homossexual. Em outras palavras é o “homossexual ativo”, esses, também, não herdarão o reino dos céus.

Isso significa, que tanto aquele que é ATIVO quanto o que é PASSIVO na relação homossexual está pecando e sendo, assim, indigno do reino dos céus.
As Igrejas verdadeiramente evangélicas se posicionam contra a relação homossexual pelo ensino bíblico acima explicado, porém, isso não nos faz HOMOFÓBICOS, pois não odiamos os homossexuais, eles são alvo de nossas orações. Mas, mesmo amando o pecador não podemos ser coniventes* com o pecado que é inimizade ao Deus que servimos e impedimento à vida eterna.

A PL122, lei que está no congresso, visa impedir a Igreja e outros seguimentos da sociedade de expressar suas opiniões sobre esse tipo de relação pecaminosa e, ainda, transformar os homossexuais em um grupo social intocável e acima de todos os outros grupos da sociedade. Paralelo a isso temos visto críticas ao povo de Deus por parte dos militantes homoafetivos, que em alguns casos chegaram a chamar Deus de “homofóbico” (frase de Frank Kameny, ativista gay dos EUA). Se os defensores da homoafetividade pensam isso de Deus, então podemos presumir que eles são “Teofóbicos”**, ou seja, avessos a Deus.

Assim concluímos que o problema deles não é com as leis ou com a igreja e sim com o próprio Senhor do Universo. A igreja de Deus tem apenas duas alternativas neste caso: seguir a vontade do Senhor em oposição ao desejo dos homens, ou ceder aos caprichos carnais deste século e negar ao nome de Deus. Eu prefiro a primeira alternativa, e você?

*conivente (co-ni-ven-te) : Adjetivo, diz-se daquele que está secretamente de acordo com outrem para a prática de alguma ação condenável; cúmplice, comparsa.
**Teofóbicos: Adjetivo, Teo= Gr. Deus, Fobos: Gr. Medo, raiva. Sig. Aquele que tem raiva de Deus.

Gedeon Martins

sexta-feira, 29 de abril de 2011

28 Artigos Congregacionais


Os 28 Artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo
Art. 1º - Do Testemunho da Natureza quanto à Existência de Deus

Existe um só Deus(1), vivo e pessoal(2); suas obras no céu e na terra manifestam, não meramente que existe, mas que possui sabedoria, poder e bondade tão vastos que os homens não podem compreender(3); conforme sua soberana e livre vontade, governa todas as coisas(4).

(1) Dt.6:4; (2) Jr 10:10; (3) Sl 8:1; (4) Rm 9:15,16
Art. 2º - Do Testemunho da Revelação a Respeito de Deus e do Homem

Ao testemunho das suas obras Deus acrescentou informações(5) a respeito de si mesmo(6) e do que requer dos homens(7). Estas informações se acham nas Escrituras do Velho e do Novo Testamento(*) nas quais possuímos a única regra perfeita para nossa crença sobre o Criador, e preceitos infalíveis para todo o nosso proceder nesta vida(8).

(5) Hb 1:1; (6) Ex 34-5-7; (7); II Tm.3.15,16; (8); Is.8.19,20.
(*) Os livros apócrifos não são parte da Escritura devidamente inspirada.


Art. 3º - Da Natureza dessa Revelação

As Escrituras Sagradas foram escritas por homens santos, inspirados por Deus, de maneira que as palavras que escreveram são as palavras de Deus(9). Seu valor é incalculável(10), e devem ser lidas por todos os homens(1).

(9) II Pe 1:19-21; (10) Rm 3:1,2. (1) Jo 5:39.

Art. 4º - Da Natureza de Deus

Deus o Soberano Proprietário do Universo é Espírito(2), Eterno(3), Infinito(4) e Imutável(5) em sabedoria(6), poder(7), santidade(8), justiça(9), bondade(10) e verdade(11).

(2) Jo 4:24; (3) Dt 32:40; (4) Jr 23:24; (5) Ml 3; (6) Sl 146:5; (7) Gn 17:1; (8) Sl 144:17; (9) Dt 32: 4; (10) Mt 19:17; (1) Jo 7:28.

Art. 5º - Da Trindade da Unidade

Embora seja um grande mistério que existam diversas pessoas em um só Ente, é verdade que na Divindade exista uma distinção de pessoas indicadas nas Escrituras Sagradas pelos nomes de Pai, Filho e Espírito Santo(2) e pelo uso dos pronomes Eu, Tu e Ele, empregados por Elas, mutuamente entre si(3).

(2) Mt 28:19: (3) Jo 14:16,17

Art. 6º - Da Criação do Homem

Deus, tendo preparado este mundo para a habitação do gênero humano, criou o homem(4), constituindo-o de uma alma que é espírito(5), e de um corpo composto de matérias terrestres(6). O primeiro homem foi feito à semelhança de Deus(7), puro, inteligente e nobre, com memória, afeições e vontade livre, sujeito Àquele que o criou, mas com domínio sobre todas as outras criaturas deste mundo(8).

(4) Gn 1:2-27; (5) Ec 12:7; (6) Gn 2:7; (7) Gn 1:26,27; (8) Gn 1:28

Art. 7º - Da Queda do Homem

O homem assim dotado e amado pelo Criador era perfeitamente feliz(9), mas tentado por um espírito rebelde (chamado por Deus, Satanás), desobedeceu ao seu Criador(10); destruiu a harmonia em que estivera com Deus, perdeu a semelhança divina; tornou-se corrupto e miserável, deste modo vieram sobre ela a ruína e a morte(1).

(9) Gn 1:31; (10) Gn 2: 16,17; (1) Rm 5:12.

Art. 8º - Da Conseqüência da Queda

Estas não se limitam ao primeiro pecador. Seus descendentes herdaram dele a pobreza, a desgraça a inclinação para o mal e a incapacidade de cumprir bem o que Deus manda(2); por conseqüência todos pecam, todos merecem ser condenados, e de fato todos morrem(3).

(2) Sl 50:7; (3) I Co 15:21

Art. 9º - Da Imortalidade da Alma

A alma humana não acaba quando o corpo morre. Destinada por seu Criador a uma existência perpétua, continua capaz de pensar, desejar, lembrar-se do passado e gozar da mais perfeita paz e regozijo; e também de temer o futuro, sentir remorso e horror e sofrer agonias tais, que mais quereria acabar do que continuar a existir(4); o pecado da rebelião contra o seu Criador, merece para sempre esta miséria, que é chamada por Deus de segunda morte(5).

(4) Lc 16:20-31; (5) Ap 21:8

Art. 10º - Da Consciência e do Juízo Final

Deus constituiu a consciência juiz da alma do homem(6). Deu-lhes mandamentos pelos quais se decidissem todos os casos(7), mas reservou para si o julgamento final, que será em harmonia com seu próprio caráter(8). Avisou aos homens da pena com que com punirá toda injustiça, maldade, falsidade e desobediência ao seu governo(9); cumprirá suas ameaças, punindo todo pecado em exata proporção à culpa(10).

(6) Rm 2:14,15; (7) Mt. 22:36-40; (8) Sl 49:6; (9) Gl 3:10; (10) II Co 5:10

Art. 11º - Da Perversidade do Homem e do Amor de Deus

Deus vendo a perversidade, a ingratidão e o desprezo com que os homens lhe retribuem seus benefícios e o castigo que merecem(1), cheio de misericórdia compadeceu-se deles; jurou que não desejava a morte dos ímpios(2); além disso, tomou-os e mandou declarar-lhes, em palavras humanas, sua imensa bondade para com eles; e quando os pecadores nem com tais palavras se importavam, ele lhes deu a maior prova do seu amor(3) enviando-lhes um salvador que os livrasse completamente da ruína e miséria, da corrupção e condenação e os restabelecesse para sempre no seu favor(4).

(1) Hb 4:13; (2) Ez 33:11; (3) Rm 5:8,9; (4) II Co 5: 18-20.

Art. 12º - Da Origem da Salvação

Esta Salvação, tão preciosa e digna do Altíssimo (porque está perfeitamente em harmonia com seu caráter) procede do infinito amor do Pai, que deu seu unigênito Filho para salvar os seus inimigos(5).

(5) I Jo 4:9

Art. 13º - Do Autor da Salvação

Foi adquirida, porém, pelo Filho, não com ouro, nem com prata, mas com Seu sangue(6), pois tomou para Si um corpo humano e alma humana(7) preparados pelo Espírito Santo no ventre de uma virgem(8); assim, sendo Deus e continuando a sê-Lo se fez homem(9). Nasceu da Virgem Maria, viveu entre os homens(10), como se conta nos evangelhos, cumpriu todos os preceitos divinos(1) e sofreu a morte e a maldição como o substituto dos pecadores(2), ressuscitou(3) e subiu ao céu(4). Ali intercede pelos seus remidos(5) e para valer-lhes tem todo o poder no céu e na terra(6). É nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo(7), que oferece, de graça, a todo o pecador o pleno proveito de sua obediência e sofrimentos, e o assegura a todos os que, crendo nEle, aceitam-no por Seu Salvador(8).

(6) I Pe1:18,19; (7) Hb 2:14; (8) Mt 1:20; (9) Jo 1:1,14; (10) At 10:38; (1) I Pe 2:22; (2) Gl 3:13; (3) Mt 28:5,6; (4) Mc 16:19; (5) Hb 7:25; (6) Mt 28:18; (7) At 5:31; (8) Jo 1:14.

Art. 14º - Da Obra do Espírito Santo no Pecador

O Espírito Santo enviado pelo Pai(9) e pelo Filho(10), usando das palavras de Deus(1), convence o pecador dos seus pecados e da ruína(2) e mostra-lhe a excelência do Salvador(3), move-o a arrepender-se, a aceitar e a confiar em Jesus Cristo. Assim produz uma grande mudança espiritual chamada nascer de Deus(4). O pecador nascido de Deus está desde já perdoado, justificado e salvo; tem a vida eterna e goza das bênçãos da Salvação(5).

(9) Jo 14:16,26; (10) Jo 16:7; (1) Ef 6:17; (2) Jo 16:8; (3) Jo 16:14; (4) Jo1:12,13; (5) Gl 3:26

Art. 15º - Do Impenitente

Os pecadores que não crerem no Salvador e não aceitarem a Salvação que lhes está oferecida de graça, hão de levar a punição de suas ofensas(6), pelo modo e no lugar destinados para os inimigos de Deus(7).

(6) Jo 3:36; (7) II Ts 1: 8,9

Art. 16º - Da Única Esperança de Salvação

Para os que morrem sem aproveitar-se desta salvação, não existe por vir além da morte um raio de esperança(8). Deus não deparou remédio para os que, até o fim da vida neste mundo, perseveraram nos seus pecados. Perdem-se. Jamais terão alívio(9).

(8) Jo 8:24; (9) Mc 9:42,43

Art. 17º - Da Obra do Espírito Santo no Crente

O Espírito santo continua a habitar e a operar naquele que faz nascer de Deus(10); esclarece-lhe a mente mais e mais com as verdades divinas(1), eleva e purifica-lhe as afeições adiantando nele a semelhança de Jesus(2), estes fruto do espírito são prova de que passaram da morte para a vida, e que são de Cristo(3).

(10) Jo 14:16,17; (1) Jo 16:13; (2) II Co 3:18; (3) Gl 5:22,23

Art. 18º - Da União do Crente com Cristo e do Poder para o Seu Serviço.

Aqueles que tem o Espírito de Cristo estão unidos com Cristo(4), e como membro do seu corpo recebem a capacidade de servi-Lo(5). Usando desta capacidade, procuram viver, e realmente vivem, para a glória de Deus, seu Salvador(6).

(4) Ef 5:29,30 ( 5) Jo 15:4,7 (6) I Co 6:20

Art. 19º - Da União do Corpo de Cristo

A Igreja de Cristo no céu e na terra é uma(7) só e compõe-se de todos os sinceros crentes no Redentor(8), os quais foram escolhidos por Deus, antes de haver mundo(9), para serem chamados e convertidos nesta vida e glorificados durante a eternidade(10).

(7) Ef 3:15; (8) I Co 12:13; (9) Ef 1:11; (10) Rm 8: 29,30.

Art. 20º - Dos Deveres do Crente

É obrigação dos membros de uma Igreja local, reunirem-se(1) para fazer oração e dar louvores a Deus, estudarem sua Palavra, celebrarem os ritos ordenados por Ele, valerem um dos outros e promoverem o bem de todos os irmãos; receberem(2) entre si como membros aqueles que o pedem e que parecem verdadeiramente filhos de Deus pela fé; excluírem(3) aqueles que depois mostram a sua desobediência aos preceitos do Salvador que não são de Cristo; e procurarem o auxílio e proteção do Espírito Santo em todos os seus passos(4).

(1)Hb 10:25; (2) Rm 14:1; (3) I Co 5:3-5; (4) Rm 8:5,16.

Art. 21º - Da Obediência dos Crentes

Ainda que os salvos não obtenham a salvação pela obediência à lei senão pelos merecimentos de Jesus Cristo(5), recebem a lei e todos os preceitos de Deus como um meio pelo qual Ele manifesta sua vontade sobre o procedimento dos remidos(6) e guardam-nos tanto mais cuidadosa e gratamente por se si acharem salvos de graça(7).

(5) Ef 2:8,9; (6) I Jo 5:2,3; (7) Tt 3:4-8.

Art. 22º - Do Sacerdócio dos Crentes e dos Dons do Espírito

Todos os crentes sinceros são sacerdotes para oferecerem sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo(8), que é o Mestre(9), Pontífice(10) e Único Cabeça de sua Igreja(1); mas como Governador de sua casa(2) estabeleceu nela diversos cargos(3) como de Pastor(4), Presbítero(5), Diácono(6), e Evangelista; para eles escolhe e habilita, com talentos próprios, aos que ele quer para cumprirem os deveres desses ofícios(7), e quando existem devem ser reconhecidos pela igreja e preparados e dados por Deus(8).

(8) I Pe 2:5-9; (9) Mt 23:8-10; (10) Hb 3:1; (1) Ef. 1:22; (2) Hb 3:6; (3) I Co 12:28; (4) Ef 4:2; (5) I Tm 3:1-7; (6) I Tm 3: 8-13; (7) I Pe 5:1; (8) Fl 2:29.

Art. 23º - Da Relação de Deus para com Seu Povo

O Altíssimo Deus atende as orações(9) que, com fé, e, em nome de Jesus, único Mediador(10) entre Deus e os homens, lhe são apresentadas pelos crentes, aceita os louvores(1) e reconhece como feito a Ele, todo o bem feito aos Seus(2).

(9) Mt 18:19; (10) I Tm 2:5; (1) Cl 3:16,17; (2) Mt 25:40,45; (3) Hb 10:1; (4) At 10:47,48; (5) Mt 26:26-28.

Art. 24º - Da Cerimônia e dos Ritos Cristãos

Os ritos judaicos, divinamente instruídos pelo Ministério de Moisés , eram sombras dos bens vindouros e cessaram quando os mesmos bens vieram(3): os ritos cristãos são somente dois: o batismo com água(4) e a Ceia do Senhor(5).


Art. 25º - Do Batismo com Água

O batismo com água foi ordenado por Nosso Senhor Jesus Cristo como figura do batismo verdadeiro e eficaz, feito pelo Salvador , quando envia o Espírito Santo para regenerar o pecador(6). Pela recepção do batismo com água, a pessoa declara que aceita os termos do pacto em que Deus assegura as bênçãos da salvação(7).

(6) Mt. 3:11; (7) At 2:41

Art. 26º - Da Ceia do Senhor

Na Ceia do Senhor foi instituída pelo Senhor Jesus Cristo, o pão e o vinho representam vivamente ao coração do crente o corpo que foi morto e o sangue derramado no Calvário(8); participar do pão e do vinho representa o fato de que a alma recebeu seu Salvador. O crente faz isso em memória do Senhor, mas é da sua obrigação examinar-se primeiro fielmente quanto a sua fé, seu amor e o seu procedimento(9).

(8) I Co 10:16; (9) I Co 11:28,29.

Art. 27º - Da Segunda Vinda do Senhor

Nosso Senhor Jesus Cristo virá do céu como homem(10), em Sua própria glória(1) e na glória de Seu Pai(2), com todos os santos e anjos; assentar-se-á no trono de Sua glória e julgará todas as nações.

(10) At 1:11; (1) Mt 25:31; (2) Mt 16:27

Art. 28º - Da Ressurreição para a Vida ou para a Condenação

Vem a hora em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e ressuscitarão(3); os mortos em Cristo ressurgirão primeiro(4); os crentes que neste tempo estiverem vivos serão mudados(5), e sendo arrebatados estarão para sempre com o Senhor(6), os outros também ressuscitarão, mas para a condenação(7).

(3) Jo 5:25-29; (4) I Co 15:22,23;(5) I Co 15:51,52; (6) I Ts 4:16; (7) Jo 5:29.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

MAIS DO QUE O AGORA




Meditações
Mais do que o agora
Texto de: Gedeon Martins
Caruaru, 01 Fevereiro de 2011

1º ato
A vida é mais do que o controle,
mais do que o ter; musica ao ouvido e se despedir da tristeza, confiança em Deus e certeza de renovo.

2º ato
A vida é mais do que a beleza, mais do que uma simetria cirúrgica. O que podemos dizer do sorriso espontâneo e sincero, assimétrico e contagiante, tudo que a medicina não aceita, isso mesmo assimetria e contágio, mas a alma se entrega. Prefiro o sorriso assimétrico das crianças à falsa perfeição dos demagogos.
Você não concorda? Não?

3º ato:
Então vá de vagar, pense e vê que a vida é mais do que lagrimas.
A vida é mais do que conquista, é ser o conquistador de uma vida perdida. Melhor do que se preocupar consigo mesmo é se perguntar se o outro está bem, e no bem do próximo se sentir um conquistador de sorrisos.

4º ato:
Por isso, eu aprendi com um mestre sábio que amar a si mesmo é saber amar ao próximo.
A vida é mais do que se preocupar em ganhar a própria vida, é saber que mesmo que ninguém saiba o seu nome, idade e detalhes do cotidiano, você tem alguém que conhece até a tua vastidão capilar.
A vida é mais do que o agora a vida é a eternidade.


Postagens populares