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Programa Verdade e Vida

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Para Meus alunos de Exposição de Atos dos Apóstolos.

COMENTÁRIO
O TEMA DE ATOS DOS APÓSTOLOS: O ENVIO DOS DISCÍPULOS ATÉ OS CONFINS DA TERRA - Atos 1.1-8 (em sua Terra)
A ASCENSÃO DE JESUS - Atos 1.9-12
A ESPERA EM ORAÇÃO PELA EFUSÃO DO ESPÍRITO - Atos 1.13-14
A ELEIÇÃO PARA A VAGA DO 12º APÓSTOLO - Atos 1.15-26
A VINDA DO ESPÍRITO NO DIA DE PENTECOSTES - Atos 2.1-13
O “SERMÃO PENTECOSTAL” DE PEDRO - Atos 2.14-36
O CHAMADO À CONVERSÃO E SALVAÇÃO - Atos 2.37-41
A VIDA DA PRIMEIRA IGREJA - Atos 2.42-47
A CURA DO COXO - Atos 3.1-10
NOVA PREGAÇÃO NO TEMPLO - Atos 3.11-26
O PRIMEIRO INQUÉRITO DIANTE DO SINÉDRIO - Atos 4.1-22
O RELATO PERANTE A IGREJA E A ORAÇÃO DA IGREJA - Atos 4.23-31
UM SEGUNDO RELATO SOBRE A VIDA DA PRIMEIRA IGREJA - Atos 4.32-37
ANANIAS E SAFIRA - Atos 5.1-11
UM TERCEIRO RELATO SOBRE A VIDA DA PRIMEIRA IGREJA - Atos 5.12-16
O SEGUNDO INTERROGATÓRIO PERANTE O SINÉDRIO - Atos 5.17-42
A ESCOLHA DOS SETE - Atos 6.1-7
ESTÊVÃO E O COMEÇO DO PROCESSO CONTRA ELE - Atos 6.8-15
O DISCURSO DE ESTÊVÃO - Atos 7.1-53
O FIM DE ESTÊVÃO E A PERSEGUIÇÃO DA IGREJA POR SAULO - Atos 7.54-8.3

(o envio a Samaria)
O EVANGELHO CHEGA A SAMARIA - Atos 8.4-25
UM ETÍOPE ACEITA A FÉ - Atos 8.26-40
A CONVERSÃO E VOCAÇÃO DE SAULO - Atos 9.1-19a
A PRIMEIRA ATUAÇÃO DE SAULO EM DAMASCO E JERUSALÉM E SEU TÉRMINO - Atos 9.19b-30
A ATUAÇÃO DE PEDRO EM LIDA E JOPE E A RESSURREIÇÃO DE TABITA - Atos 9.31-43
CONVERSÃO E BATISMO DOS PRIMEIROS GENTIOS NA CASA DE CORNÉLIO - Atos 10.1-48
PEDRO JUSTIFICA A ADMISSÃO DE GENTIOS NA COMUNIDADE DO MESSIAS JESUS - Atos 11.1-18
O COMEÇO DE UMA IGREJA GENTIA CRISTÃ NA ANTIOQUIA COSMOPOLITA - Atos 11.19-26
A PRIMEIRA COLETA GENTIA CRISTÃ PARA JERUSALÉM - Atos 11.27-30
A MILAGROSA LIBERTAÇÃO DE PEDRO DA PRISÃO - Atos 12.1-19
A MORTE DE HERODES - Atos 12.20-25
A PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA (o envio a primeira viagem aos confins da Terra)
O ENVIO DE BARNABÉ E PAULO 1 – O TRABALHO EM CHIPRE - Atos 13.1-12
2 – O COMEÇO DA MISSÃO NO PLANALTO DA ÁSIA MENOR O EVANGELHO NA ANTIOQUIA DA PISÍDIA - Atos 13.13-52
3 – Paulo e Barnabé em Icônio - Atos 14.1-7
4 – Evangelização em Listra - Atos 14.8-20
5 – Retorno pelas igrejas fundadas - Instalação de presbíteros - Volta para Antioquia com o relato diante da igreja - Atos 14.21-28
O CONCÍLIO DOS APÓSTOLOS - Atos 15.1-35
EXCURSO: A relação entre At 15 e Gl 2.1-10
A SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA (o envio a Segunda Viagem aos Confins da Terra)
1 – A NOVA PARTIDA - Atos 15.36-41
2 – NAS ANTIGAS IGREJAS. A VOCAÇÃO DE TIMÓTEO - Atos 16.1-5
3 – A ENIGMÁTICA CONDUÇÃO ATÉ TRÔADE - Atos 16.6-10
4 – O COMEÇO EM FILIPOS - Atos 16.11-15
5 – O CARCEREIRO DE FILIPOS - Atos 16.16-40
6 – A EVANGELIZAÇÃO EM TESSALÔNICA E BERÉIA - Atos 17.1-15
7 – PAULO EM ATENAS - Atos 17.16-34
8 – PAULO EM CORINTO - Atos 18.1-17
O FIM DA SEGUNDA E O COMEÇO DA TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA - Atos 18.18-23
 (a terceira aos confins da Terra)
A TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA
1 – APOLO EM ÉFESO E CORINTO - Atos 18.24-28
2 – PAULO E OS DISCÍPULOS DE JOÃO EM ÉFESO - Atos 19.1-7
3 – A ATUAÇÃO DE PAULO EM ÉFESO - Atos 19.8-12
4 – A VITÓRIA SOBRE A FEITIÇARIA EM ÉFESO - Atos 19.13-20
5 – PLANOS DE VIAGEM DO APÓSTOLO - Atos 19.21-22
6 – TUMULTO CONTRA O EVANGELHO EM ÉFESO - Atos 19.23-40
O FINAL DA TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA E O COMEÇO DA VIAGEM A JERUSALÉM - Atos 20.1-12
EM VIAGEM PARA JERUSALÉM
1 - O ITINERÁRIO - Atos 20.13-16
2 – A DESPEDIDA DOS PRESBÍTEROS EM MILETO - Atos 20.17-38
PARTINDO DE MILETO: PAULO EM TIRO, PTOLEMAIDA E CESARÉIA - Atos 21.1-14
PAULO EM JERUSALÉM
1 – UMA TENTATIVA DIPLOMÁTICA DE SALVAÇÃO - Atos 21.15-26
2 – TUMULTO NO TEMPLO E APRISIONAMENTO PELOS ROMANOS - Atos 21.27-40
3 – O ÚLTIMO DISCURSO A SEU POVO - Atos 22.1-21
4 – PAULO PROTEGIDO NA PRISÃO DOS ROMANOS - Atos 22.22-29
5 – NEGOCIAÇÃO PERANTE O SINÉDRIO - Atos 22.30-23.11
OUTRO ATENTADO CONTRA PAULO
TRANSFERÊNCIA DO APÓSTOLO PARA CESARÉIA - Atos 23.12-35
PAULO EM CESARÉIA
1 – A AUDIÊNCIA PERANTE O GOVERNADOR FÉLIX - Atos 24.1-23
2 – O DIÁLOGO COM FÉLIX - Atos 24.24-27
3 – A TRAMITAÇÃO PERANTE O GOVERNADOR FESTO E A APELAÇÃO AO IMPERADOR Atos 25.1-12
4 – DIÁLOGO DO GOVERNADOR COM AGRIPA SOBRE PAULO. PAULO É APRESENTADO AO CASAL REAL. - Atos 25.13-27
5 – O DISCURSO DE PAULO PERANTE FESTO E AGRIPA- Atos 26.1-32
A VIAGEM POR MAR ATÉ ROMA - Atos 27.1-44
NA ILHA DE MALTA - Atos 28.1-10
A CHEGADA NA ITÁLIA E EM ROMA - Atos 28.11-16
PAULO EM ROMA
DEBATE COM OS LÍDERES DO JUDAÍSMO. O TESTEMUNHO LIVRE E DESIMPEDIDO DE PAULO. - Atos 28.17-31
EPÍLOGO

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Sossegar


SOSSEGAR PARA INICIAR UMA NOVA HISTÓRIA

Mateus 16:13 “Indo Jesus para os lados de Cesareia de Felipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do Homem?”

“O importante é começar bem”! Quem nunca ouviu essa frase em palestras motivacionais ou na faculdade? É uma frase verdadeira. No entanto ela está incompleta, pois a vida não é feita apenas de começos, mas de continuidade também. As pessoas se preocupam com o início de tudo, mas esquece-se de andar bem em todos os passos posteriores.
O Senhor Jesus ensinou com palavras e prática a importância de continuar bem. No texto que nós lemos a cima vemos o Senhor no ápice do seu ministério, com dezenas de pregações, milagres e curas, e com milhares de pessoas o seguindo. Porém, Ele percebeu que uma nova história se aproximava no seu mistério. Uma história de abandono ao invés acolhimento, de perseguidores ao invés de seguidores. Chegava o tempo do amargor.
Dos capítulos 13 ao 16 de Mateus, Jesus tenta se separar para ter um momento a sós 10 vezes (13:53; 14:13; 14.22; 14;23;15.14; 15.21; 15.29; 16.4; 16.13; 17.1). Nesse texto Ele foi mais objetivo e resolve conduzir os discípulos a 37 km de distância da Galileia, a Cesareia de Felipe. Lá o Senhor desejava um momento de sossego com os 12 para dar início a uma nova história no ministério, Ele precisava saber deles o que estes pensavam ser o Filho do Homem.
O início de um novo tempo não é a desconstrução do anterior. Pelo contrário. É você se utilizar de toda experiência dos dias anteriores e aplicar com mais sabedoria e fé nos dias que estão por vir. Mas, entre uma estrofe e outra existe algo no meio, um interlúdio. Uma oportunidade das vozes cessarem e deixar a cargo dos instrumentos o preenchimento do vazio musical. Na nossa vida esse interlúdio chama-se sossegar.
Deus muitas vezes nos leva para uma Cesareia, um lugar distante para nos ensinar a parar e perceber que está se iniciando um novo tempo. Dias de novas oportunidades, de mais intimidade, onde veremos o Senhor mais de perto. Porém prepare-se, pois esses novos tempos podem ser de grande prova, onde sua fé no Messias será testada. O inimigo com seus companheiros virão contra nós, mas, no entanto, a Palavra nos garante que eles não prevalecerão contra nós.

Para passarmos bem por esse interlúdio devemos seguir alguns princípios:
1) Que estar só nem sempre é estar na solidão, e sim, estar mais próximo do Senhor em uma Cesareia distante das multidões.
2) Nesses tempos de interlúdio, Deus está muito mais preocupado com nossa fé do que com o nosso bem estar.
3) Não precisamos temer o futuro, pois o a nossa força está no nosso Messias.

Com esses princípios bem guardados em nossa mente teremos plena condição de passar para uma nova história, ou um novo momento de nossas vidas, pois o Senhor é o nosso alicerce, é aquele que nos guia pela mão. 

domingo, 30 de outubro de 2011

Para meus Alunos.

AULA DE HOMILÉTICA

SERMÃO HISTÓRICO:
Sempre tem como base a história de um personagem bíblico. Assim, a sua exposição não está baseada em apenas um versículo ou parágrafo, e sim em todos os possíveis relatos existentes na Bíblia sobre o personagem escolhido.

Suas divisões (ou tópicos) saem da explanação e culmina no versículo base do sermão. E suas aplicações devem ser inspiradas nas lições que se pode tirar da vida do personagem.

SERMÃO CONTEXTUAL:
Assim como próprio nome diz, é o sermão que se baseará em todo o contexto de um determinado texto bíblico. Como por exemplo: geografia de um lugar, sistema político, cultura, economia, e muitos outros.

As divisões têm como fundamentação esta analise contextual e suas aplicações devem ser extraídas do texto Bíblico base do sermão mais a relação desse texto com o seu contexto.
Exemplo: a Igreja de Corinto e como ela se relaciona com a sua cidade.


Observações Gerais:

1ª A pregação é algo indispensável para o mundo hoje e a tarefa primordial da Igreja.
2ª Nada pode substituir a exposição das Escrituras. Púlpito fraco, Igreja doente.
3ª Não se utilize de atalhos na preparação do alimento do povo de Deus. Quanto mais você se dedicar e fazer o que é certo, mas Deus vai te dar graça para se manter fiel. Lembre-se! Os outros não estão te vendo, mas Deus está.
4ª Pregue a palavra (2Tm 4.2) e não as penas da vaidade de interlocução. As pessoas querem entender, e uma das colunas da ministração do evangelho é se fazer entender.
5ª Tenha vida de intimidade com Deus. Você não pode ensinar aquilo que não vive.
6ª Não busque construir o seu próprio reino, pois você foi chamado para o serviço do Reino de Deus.
7ª Continue estudando, pois nunca estamos prontos o suficiente.
8ª Pregue o que o povo precisa ouvir e não aquilo que eles desejam.
9ª Seja sempre um amador, pois os profissionais do púlpito não dependem de Deus.
10ª Faço o papel de um evangelista (2Tm4.5), ou seja púlpito é lugar do evangelho e não de fábulas.
11ª Domine as Escrituras (2Tm2.15);
12ª Cuide de sua vida como um todo (1Tm4.16).
13ª Seja submisso, pois as ovelhas insubmissas hoje serão os pastores facciosos do amanhã.

By Gedeon Martins

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Exegese de 1Co.12.58

58. Na seqüência Paulo encerra esse magnífico capítulo. Esse final é surpreendente e, não obstante, ―paulino‖ e genuinamente bíblico. Não é na mera gratidão em si que Paulo prende a igreja. Instrui-a não para ilustrar repetidamente o grandioso futuro. Sua conseqüência, seu “por isso”, é completamente diferente. Ele a remete à atualidade justamente a partir do incrível futuro, enviando-a no presente para a luta, o sofrimento e o trabalho. “Por isso, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre transbordantes na obra do Senhor, sabendo que nosso trabalho (de fato) não é vão no Senhor” [tradução do autor]. Paulo tem grandes preocupações, infelizmente justificadas, em relação aos coríntios. Agora, porém, com vistas ao futuro que com sua glória há de aperfeiçoar a tudo, sua palavra a eles se torna calorosa. Chama-os “meus amados irmãos”. Vê-os no alvo, junto consigo, como a grande irmandade em torno do primogênito irmão Cristo. Tudo o que ameaça e deforma será passado. Assim ele abraça a todos eles em Corinto com renovado amor. Entretanto o amor não é cego. Paulo vê que justamente esses ativos coríntios são ―volúveis‖ demais. Aquilo que Paulo mais tarde escreve aos efésios vale também para os coríntios. Não mais devem ser ―meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro‖ (Ef 4.14). Será que não se tornarão finalmente ―firmes, inabaláveis‖? Paulo pede-lhes isso. Essa posição firme e inabalável está enraizada justamente também na grande esperança. De forma análoga Paulo diz aos colossenses ameaçados por uma heresia: ―Se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho‖ (Cl 1.23). Igualmente a carta aos Hebreus exorta uma igreja ameaçada e vacilante: ―Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel‖ (Hb 10.23). A partir do grande alvo determina-se e configura-se tudo. Se não se deixarem ―demover‖ da mensagem neste ponto, todo o resto também ficará bem. Cumpre à igreja ficar ―firme, inabalável‖ não apenas diante das concepções falsas em seu próprio meio. Ela precisa ficar igualmente ―firme, inabalável‖ em todas as lutas e sofrimentos que mais cedo ou mais tarde hão de sobrevir-lhe tanto quanto às demais igrejas. Ainda que os coríntios estejam expostos a perigos a toda hora e ainda que tenham de morrer dia após dia (v. 30s), eles serão capazes disso somente se ―guardarem firmes, até ao fim, a ousadia e a exultação da esperança‖ (Hb 3.6). Essa constância e imutabilidade, no entanto, não tem nada a ver com enrijecimento. Paulo ao mesmo tempo deseja à igreja que seja “sempre transbordante na obra do Senhor”. Nossa palavra ―transbordar‖ representa uma reprodução apropriada do termo grego perisseuein, pelo fato de que traz as duas conotações do conceito grego: a abundância da riqueza e o crescimento nela. Quando uma vasilha se enche de modo constantemente crescente, ela por fim transborda. É assim que Paulo deseja ver a igreja: “transbordante na obra do Senhor”. A respeito de Timóteo ele dirá em 1Co 16.10 que está atuando na obra do Senhor como também ele, o próprio Paulo. Contudo para Paulo está completamente afastada a idéia de que somente eles, recursos humanos ―de tempo integral‖ com títulos eclesiásticos, estejam nessa obra, enquanto a igreja seria apenas o objeto passivo de seu serviço. É verdade que ele não ignora a tarefa insubstituível dos que foram chamados por Deus para fundar igrejas: ―Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós‖ (1Co 3.9). Mas se, portanto, a igreja como ―lavoura de Deus e edifício de Deus‖ também pode ser objeto do serviço apostólico, ela ao mesmo tempo não deixa de ser integralmente sujeito do trabalho para Deus e participante vivo da ―obra do Senhor‖. Não deve prestar apenas auxílio ocasional às pessoas dirigentes, mas participar de forma abundante e sempre crescente na obra do Senhor. Novamente é preciso que entendamos o genitivo como de objeto e de sujeito. A ―obra do Senhor‖ é aquilo que nós fazemos para o Senhor e lhe oferecemos como engajamento e trabalho. No fundo, porém, ela é a atuação do próprio Senhor, no qual ele envolve a nós e sua igreja. É o trabalho contínuo do amor salvador de Jesus, que nos toma como instrumentos e que chega aos outros por meio de nós. Por isso Paulo também não precisa dizer em detalhe aos coríntios o que agora lhes cabe fazer ―na obra do Senhor‖ como ―colaboradores de Deus‖. Como membros vivos do corpo de Cristo eles reconhecerão isso pessoalmente em várias outras ocasiões. E as pessoas com o dom profético em seu meio os ajudarão nisso. Diante do magnífico futuro a igreja não tentará apenas realizar penosamente uma ou outra coisa, mas ―transbordará‖ no incansável engajamento de corações ardentes pela grande causa de Deus em Corinto, na Grécia, em todo o mundo. Obviamente isso não é mero prazer. Para o próprio Jesus a ―obra do Senhor‖ significou suportar os mais pesados fardos, significou suor de sangue e intenso trabalho de cruz. Em consonância, também a nossa participação em sua obra demanda empenho total e trabalho duro. Não é uma bela atividade secundária para enriquecimento de nossa própria vida. É preciso kopos, ou seja, esforço, desgaste, laboriosidade. A isso se agrega também a tribulação que o profeta já conhecia (Is 49.4) e que tampouco era desconhecida do próprio Paulo (Fp 2.16): será que todo o nosso empenho é em vão? Não experimentamos decepção após decepção? Não, os coríntios podem “saber”, precisamente a partir da ressurreição, que seu trabalho (de fato) não é vão no Senhor”. Está chegando a grande colheita que recompensa todo o trabalho. Porque seu engajamento não visa sucessos temporais, transitórios, como acontece em todos os trabalhos na terra. Pelo fato de que a ressurreição é real, o esforço deles pode obter resultados não-transitórios, eternos. Nesse mais profundo sentido ele ―não é vão no Senhor”. 

CB Esperança/Gedeon Martins

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