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Programa Verdade e Vida

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Nova Ilustração

DEIXE A RAIVA SECAR
Certa vez uma menina ganhou um lindo brinquedo no dia do seu aniversário, mas uma amiguinha o levou para sua casa sem permissão e o destruiu antes mesmo dela brincar uma única vez com ele.

Ela ficou muito brava e queria porque queria ir até a casa da amiga para brigar com ela. Mas a mãe ponderou:

- Você se lembra daquela vez que você chegou em casa com lama no seu sapato? Você queria limpar imediatamente aquela sujeira, mas sua avó não deixou. Ela lhe disse para deixar o barro secar, pois assim ficaria mais fácil limpar.

- Sim, mamãe, eu me lembro.


- Pois é, meu amor, com a raiva é a mesma coisa. Deixe-a secar primeiro, depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Mais tarde, a campainha tocou: era a amiga trazendo um brinquedo novo, em reposição ao que havia quebrado, pelo que se desculpou.

E a menina respondeu:

- Não faz mal, não, minha raiva já secou!

Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males.
O Senhor lhe pague segundo suas obras.
II Timóteo 4.14

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

SEM FÉ NO CAMINHO, QUEM CAMINHARÁ?

Todos nós sabemos apreciar coisas como humildade, mansidão, lágrima amiga, busca de relações justas, intrepidez na perseguição da paz e da reconciliação, e coragem de consciência para suportar o antagonismo, sem ódio, porém com determinação e com o espírito contente por estar andando no mesmo caminho dos profetas que viveram antes de nós.

Bem, isto se a pessoa que encarne esses conteúdos não estiver entre nós e os nossos interesses. Isto porque, do contrário, à semelhança do que nossos pais fizeram, nós também os alijamos de toda possível presença e influência.

Tais pessoas são boas quando é bom pra gente, e ruins quando achamos que é contra a gente. Daí o profeta nunca ter honra em sua própria terra, pois a des-instalação que ele causa é de natureza profunda e visceral demais.

No entanto, quando sentei aqui para escrever, o que me moveu foi o fato de estar pensando como a gente é capaz de gostar da virtude, desde que ela ande bem longe de nós. Aliás, a gente elege certas pessoas como santas e virtuosas a fim de que elas cumpram esse papel pela raça humana, e bem longe de nós. Por isto os seres admirados sempre serem de terras distantes ou épocas remotas. E, assim, nos condenamos naquilo que aprovamos, pois chamamos a esses tais de virtuosos, mas não lhes imitamos o caminhar.

De fato, quem tem alguma coisa contra uma pessoa ser sempre ensinável e sempre pronta a crescer? Bem, dos humildes é o reino dos céus.

Quem se insurge contra a idéia de que seja bom que alguém seja capaz de se conter, e que exerça domínio sobre si mesmo? Ora, os mansos herdarão a terra.

Quem terá alguma coisa contra a pessoa que é capaz de expressar sentimentos e de chorar com solidariedade e com senso de propriedade e de intensidade? O que se garante é que o que choram serão consolados.

Quem desgosta da existência de pessoas boas e justas, e que não conseguem ter nenhuma satisfação pessoal em qualquer ganho que empobreça os outros? Os que têm fome e sede de justiça serão fartos.

Quem se entristece pela existência de gente que olha a vida com olhar limpo e puro, e que não carregue julgamento no coração contra o seu próximo? Ora, está dito que os limpos de coração verão cada vez mais a face de Deus.

Quem se sente mal com o fato de haver pessoas que sempre se empenham pela paz? Ou não está dito que os pacificadores serão chamados filhos de Deus?

Quem se ressente da existência de pessoas que não transigem contra suas consciências em nada do que diga respeito à essência da vida, ainda que o preço seja a perseguição? Acerca desses se diz que devem alegrar-se, especialmente se a resistência tiver sido pela consciência do Evangelho, pois este é o galardão do profeta.

Ora, se é assim, então por que não buscamos viver assim?

Só há uma resposta: É porque não cremos!

De fato, a cada dia mais eu acredito que o caminho da Graça nos leva a andar nessa trilha pela fé, e que à medida em que se caminha, tudo vai se tornando felicidade espiritual. Sim, tudo vira bem-aventurança.

Porém, sem fé no caminho, ninguém dá nenhum passo.

Chegamos naquele ponto da caminhada na qual toda confissão se faz acompanhar Daquela Voz que diz: “Vai, tu, e procede de igual modo”.

Jesus disse que este o modo de ser e ver no Caminho. Quem crê que almeje em fé esse existir. Esta é a vereda da Graça, e que é vivida em verdade somente deste modo.

O fruto da Graça é felicidade, é bem-aventurança no ser. Felicidade espiritual é a promessa do Caminho ao caminhante. A verdade não tem uma cara, mas tem um modo de ser existencial. E o fruto que recebe a bem-aventurança, é esse modo de ser da verdade.

Pense nisto!

Caio

fonte: www.caiofabio.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

UMA FLOR HORROROSA

O parque estava quase deserto quando me sentei num banco embaixo dos ramos de um velho carvalho, desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois parecia que o mundo estava conspirando contra mim.

Eu queria ficar só, mas, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar, parou na minha frente, cabeça pendente, e, cheio de orgulho, disse-me:
- Veja o que encontrei, e estendeu em minha direção uma flor horrosamente decaída, macetada, nas últimas.
Querendo me ver livre do garoto o quanto antes, fingi um pálido sorriso e tentei iniciar a leitura de um livro de auto-ajuda, mas, ao invés de ir embora, ele se sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e disse:
- O seu cheiro é ótimo. Fique com ela!

Então, estendi minha mão para pegá-la e respondi com ironia:
- Obrigado, menino, essa flor era tudo o que eu precisava para completar o meu dia.

Mas, ao invés de estender o braço, ele manteve a flor no ar, para que eu a pegasse de suas mãos. Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego.
- De nada, disse ele sorrindo, feliz por ter feito uma boa ação.

Uma ação tão boa que me fez ver a mediocridade dos meus pensamentos e das minhas atitudes diante dos reveses da vida. 

Bem-aventurados os olhos
que vêem o que vós vedes.
Lucas 10.23

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Retiro Espiritual da Igreja Congregacional Vale da Benção da Vila Kennedy

Servir e estar Preso á Cristo é uma qualidade

O apóstolo Paulo descreve essa verdade com clareza nesse versículo primeiro. Ao fazer a sua saudação na introdução da epístola ele usa o substantivo Nominativo Masculino singular “desmios”, que se traduz por prisioneiro, cativo, algemado. O escritor se auto denomina desta forma por considerar as prisões em cristo uma qualidade e não uma desonra. Isso porque o substantivo “desmios” vem sucedendo um outro substantivo nominativo, “Paulos". No grego quando um substantivo vem seguido de outro, o segundo toma conotação de adjetivo. E como sabemos que o adjetivo qualifica o sujeito, assim concluímos que “desmios” é uma qualidade, ressaltada pelo autor, de si mesmo.
O escritor usa uma condição literal para exemplificar uma benesse espiritual. Porque, de fato, o apóstolo Paulo estava preso quando escreveu a carta por estar pregando o evangelho. Segundo historiadores, a epístola em questão teria sido escrita por volta do ano 61 d.C. nas prisões da cidade de Roma, com a finalidade de apaziguar o problema do escravo fujão, Onésimo, com o seu senhor, Filemom.
Assim, também, compreendemos o fato do escritor usar a figura de um preso para exemplificar a sua relação com Cristo. Pois desta forma, ele mostra a Filemom que todos os que estão em Cristo são igualmente livres nEle, como também, presos nEle. Mostrando que Onésimo é “irmão caríssimo”v16, e assim que o devia receber.

Filemom 1b “... ao nosso amado e colaborador Filemom...” TIGM.

Paulo ao referir-se à Filemom, descreve duas características do mesmo. Na primeira demonstra o grau da relação entre o escritor e o seu destinatário; na segunda, revela a postura de Filemom diante do evangelho.
Amado, do grego “ágapetós”, que significa ‘amar sacrificialmente’. Em outras palavras, Paulo mostra que o seu amor para o seu discípulo é no nível dos sacrifícios, da doação de vida. Essa forma de amor é exigida para todos os cristãos, não só nos escritos paulinos, como também, em todo o Novo Testamento. Sendo, assim, o escritor declara que o sentimento que possui por seu irmão e discípulo é de sacrifício próprio.
A segunda característica, “colaborador”, do grego “sinergô”, revela uma outra relação, sendo que esta é entre Filemom e o Reino de Deus. Ser um ajudador significa doar, entregar sua vida em prol do evangelho. E esse caráter da vida deste discípulo ficará mais claro nos versículos posteriores.

1° Estar em Cristo é ser prisioneiro dEle;

...não é uma privação de liberdade, mas é estar cativo a vontade e valores do Senhor:

Sendo assim: 1. Eu só prego aquilo que Ele manda;

2. Eu só faço o que Ele manda;

3. Eu só aceito aquilo que o agrade;

4. FIDELIDADE

2° A minha qualidade está em servir ao Senhor;

...Nossos talentos só tem sentido quando são usado para uma finalidade, a glória de Deus;

>>>O evangelho da vaidade só visa vitorias e riquezas, quando os valores de vida e prática estão sendo abandonados;...

>>>Porque você servi a Deus? È pra vencer!? Ter dinheiro?! Ter Amigos!?

>>>Evangelho não é pra dá riqueza, mas sim, produzir comportamento digno dos céus;

3° Todos os que estão em Cristos estão igualados pelas algemas do Senhor;

>>>Não existe graus de importâncias na visão de Deus dentro do evangelho. Nós criamos e pioramos as hierarquias...por grau de importância e não por organização.

4º Eu Não me submeto a nenhum outro senhorio;

1. De adoração;

2. De Idéias;

3. Valores;

by Gedeon Martins

sábado, 13 de fevereiro de 2010

C. S. Lewis – Quem foi o cristão que escreveu o sucesso As Crônicas de Nárnia


Animais inteligentes, centauros, faunos, anões, bruxas são alguns dos personagens do livro Crônicas de Nárnia, um dos maiores sucesso do Irlandês Clive Staples Lewis, mais conhecido como C.S. Lewis. Todas as histórias acontecem em Nárnia e região. O romance infanto- juvenil vendeu cerca de 140 milhões de cópias em 41 idiomas, porém, o que muitos não notam é que toda a história é recheada de valores cristãos.

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Antes de tornar-se um cristão anglicano, Lewis foi avesso ao cristianismo. Após a morte de sua mãe, aos nove anos, Jack, como gostava de ser chamado, foi para um colégio interno inglês juntamente com seu irmão, Warren. Foi nesse momento que sua vida religiosa tornou-se opressiva e irrelevante. Aos 15 anos, por influência de seu mentor particular, Willian Kirkpatrick, ateu convicto, foi incentivado a ler, inicialmente, Arthur Shopenhauer e James Frazer. Até a década de 30, Lewis creu no materialismo, mas foi por influência de John Ronald Reuel Tolkien, o autor da trilogia “o Senhor dos Anéis”, que Lewis converteu-se ao cristianismo.

“O Lewis, praticamente, foi o único que teve acesso ao manuscrito do ‘Senhor dos Anéis’. A amizade foi bastante profunda. Lewis apreciava bastante a mitologia nórdica e o gosto por esse tipo de literatura foi o que aproximou Tolkien no começo”, conta a pedagoga Gabriele Greggersen, especialista em C.S. Lewis, e autora de livros como: “Antropologia Filosófica de C.S. Lewis”, “A Pedagogia Cristã na Obra de C.S. Lewis”, “O Senhor dos Anéis: da imaginação à ética” e “A Magia das Crônicas de Nárnia”.

A influência da amizade de Lewis e Tolkien foi além do tempo de vida de ambos. Após ler “O Senhor dos Anéis”, o jornalista Victor Fontana, que não era cristão na época, conta que pesquisou sobre Tolkien e descobriu seu amigo, Lewis: ” Corri para ‘As Crônicas de Nárnia’ e me apaixonei. Mais tarde descobri uma banda cristã chamada Nárnia, cujas letras tiveram grande importância no meu processo de conversão”, testemunha.

Desvendando as Crônicas de Nárnia

Segundo Grabriele, como pedagoga considera ”As Crônicas de Nárnia” a obra mais importante de Lewis, porém, para o público adulto vê “A Carta do Diabo a seu Aprendiz” como um trabalho mais denso e importante, pois deu a Lewis uma maior visibilidade, no momento em que foi capa da revista Time.

A professora Tatiana Moura Seião também utilizou as “Crônicas de Nárnia” no meio acadêmico. Em seu Trabalho de Conclusão de Curso, ela defende que Lewis ensina ,de forma criativa, ética e valores bíblicos: “Sou professora e percebo que o meio de ensinar precisa ser dinâmico e criativo. Ensinar valores para adolescentes e crianças através de sermão não dá! Tanto dentro de uma igreja, como numa escola podemos usar dessa literatura como instrumento de ensino”, afirma.

A utilização de personagens da mitologia, como minotauros, centauros e faunos podem deixar muitos cristãos com reservas da obra de Lewis. “Se você quiser ver através dos personagens um satanás pintado você pode, mas se prestar bem atenção, essa obras passam valores cristãos, como por exemplo a amizade, o amor, a coragem, a castidade”, afirma Gabriele.

C. S. Lewis em busca de “Joy”

Desde a sua infância, C.S. Lewis buscava uma alegria superior. Essa busca por algo infinito tornou-se o foco de sua vida após sua conversão, e foi relatada alegoricamente em “O Regresso do Peregrino”, a primeira obra após sua conversão. Posteriormente usou tema semelhante em “Surpreendido pela Alegria”.

Para Gabriele Greggersen, essa busca pela felicidade que Lewis tenta descrever nessas obras é o sentimento que o cristão terá ao encontrar a Deus: “A palavra saudade seria uma ótima tradução para ‘joy’, mais do que alegria, talvez até a gente possa traduzir como felicidade. Uma coisa que vai além da concepção”, expõe.

Além de ser o sentimento indescritível de Lewis, Joy também é o nome de sua esposa e amiga, Helen Joy Davidman. Os dois correspondiam-se por cartas, Joy era casada. Em 1953, Joy se divorciou e saiu dos EUA, passando a morar na Inglaterra, juntamente com seus filhos. Ela e Lewis casaram-se então no regime civil, para que Joy fosse aceita no novo país. Porém, depois do diagnóstico de câncer de Joy, o casal uniu-se no religioso. A doença ficou estagnada e Joy e Lewis estiveram juntos por mais três anos. Após a morte da esposa, Lewis viveu também três anos.

“Pelos meus estudos até agora, entendi que ela [Joy] já era apaixonada por ele [Lewis], depois de conhecê-lo pessoalmente, já divorciada. Seu antigo marido batia nos filhos e bebia, o que motivou o divórcio. A igreja anglicana tem reservas com pessoas separadas contrairem novas núpcias. Esse foi o outro motivo por terem casado inicialmente no civil. Quandoela foi diagnosticada com câncer, porém, ele se envolveu profundamente com o sofrimento dela, deixando-se envolver por esse amor e resolveram assim mesmo, casar na igreja”, explica a especialista.

C. S. Lewis – O Apóstolo dos Céticos

Após sua conversão no início da década de 30, Lewis tornou-se mais conhecido pelo fato de ter um programa de rádio durante a 2ª Guerra Mundial, onde pregava sobre o cristianismo e seus valores. Os livros e suas palestras permitiram com que muitas pessoas o considerassem o “apóstolo dos céticos”.

“O Ceticismo é marcante numa USP, ou qualquer universidade pública que você olhar. Você acaba sendo educado para duvidar de tudo. Lewis viu como uma missão estar dialogando com esse tipo de pessoa, que não acredita em tudo e que gosta de provar, de ir atrás e descobrir”, define Gabriele Greggersen.

Bibliografia : DOWNING, David. C.S.Lewis: o mais relutante dos convertidos. São Paulo:Editora Vida,2006

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Teologia Relacional

NOVA PRAGA TEOLÓGICA

Durante os séculos surgiram muitos pensamentos que edificaram e que também prejudicaram o cristianismo. Nos dias atuais não é diferente. Já vimos muitas heresias, mas parece que todas as que existem não passam de “formigas” diante da nova maldição que bate a porta da igreja evangélica no Brasil, a teologia do relacionamento.

Essa corrente teológica tem crescido entre as igrejas neo-pentecostais e também entre algumas igrejas históricas. O ponto central dessa doutrina é dizer que Deus é amor e por causa do Seu amor para conosco, Ele (no Éden) abandonou Sua soberania para se relacionar com o ser humano, de tal forma, que esse mesmo Deus não é onipotente, e muito menos, onisciente.


Sendo assim, segundo a teologia do relacionamento, Deus se despiu desses atributos para se relacionar com o homem, não tendo mais a capacidade de deter grandes catástrofes se tornando limitado em poder, como também não tendo mais como prever acontecimentos futuros. Deus deixou de ser Deus.

Nos próximos textos iremos citar os nomes dos teólogos contemporâneos que estão pregando essa doutrina e também iremos citar textos escritos por eles, mostrando as falhas Bíblicas.

by Gedeon Martins

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ilustração

UMA PESCARIA INESQUECÍVEL

Ele tinha onze nos e, cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.

A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura ainda estava liberada.

O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca estava proibida até o dia seguinte.

O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Eram dez da noite, faltavam apenas duas horas para a abertura da temporada.

Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho!
- Mas, pai... reclamou o menino.
- Você pega outro depois, filho.
- Não tão grande quanto este,
choramingou a criança.

O garoto olhou em volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista.

Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável.

Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água. O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu. E, naquele momento o menino teve certeza de que jamais veria um peixe tão grande.

Isso aconteceu há trinta e quatro anos, Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.

Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como aquele. Porém, sempre vê o mesmo peixe repetidamente todas as vezes que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo e errado. Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo. Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.

A história valoriza não como se consegue ludibriar as regras, mas como, dentro delas, é possível fazer a coisa certa.

Autor desconhecido

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Sermão para essa semana!


TRÊS FORMAS DE VER À JESUS CRISTO
JOÃO 11.45-57.
INTR.
A forma em vemos um objeto determinará a nossa atitude para com o mesmo!
* A psicanálise comprova que para nós formarmos uma opinião a respeito de uma pessoa ou objeto são necessários apenas três segundos para o nosso cérebro formatar tal opinião. E para modificar essa imagem formada são necessários alguns dias de provas e comportamento que desminta aquele conceito, ou mesmo, pré-conceito.
Por isso que tanto se fala: “a primeira impressão é a que fica”....
· Quando nós passamos a olhar alguém e imaginar que essa pessoa é uma pessoa malévola, nós iremos nos comportar de acordo com o conceito que formamos a respeito daquela pessoa.
Ex: Se eu acho que Aldemir é uma pessoa que não presta, então eu vou todos os cuidados com ele por que eu acho que ele não presta.
Mas as opiniões podem ser modificadas:
Objetos que em uma época eram vistos com objetos de criação demoníaca hoje não são mais vistas assim. Ex: Geens...quase todo mundo usa.
A mulher samaritana olhou Jesus com olhos de preconceito. Preconceito de judeus e samaritanos.
Neste texto de João 11....podemos encontrar três formas de você ver a Jesus......
Neste capítulo 11, temos como grande temática a ressurreição. E os pontos a seguir trarão luz sobre toda a situação.
· Jesus estava na Betânia quando recebeu a notícia de que lázaro estava doente.
· Lázaro era uma espécie de primo distante de Jesus, assim como Maria irmã de Lázaro.
· Maria aqui é aquela mesma que ungiu com balsamo o Senhor
· .Jesus recebe a notícia e comunica aos discípulos que todos iriam para Judéia onde estava Lázaro;
· Os discípulos se alvoroçaram por que eles já tinham se expulsos da Judéia, e não só isso, já existia uma profecia a respeito da morte de Jesus. Como podemos ver nos versículos 49 e 50.
· Era um momento de estrema tensão, tanto para os discípulos quanto para os opositores de Jesus. Por que se uma guerra civil inicia-se entre os judeus os romanos proclamariam estado de sítio naquela região. Isso significaria duas coisas: morte e misérias para todos os judeus.
· No versículo 48 podemos ver essa preocupação entre as autoridades; Por que o império romano quando tomava uma nação ou povo qual quer, ele escravizava os rebeldes e dava semi-autonomia aos que ficavam, para gerarem riquezas para o próprio império. Mas em casos de rebelião, como uma guerra civil, a destruição era extrema. E nem os ricos escapavam da fúria do império.
· Tensões aparte, Jesus decide ir para a Judéia. Os discípulos imaginaram que era para curar a Lázaro, como podemos ver nos versículos 11 e 12. Imaginavam que era algo simples. Até que Jesus diz claramente que Lázaro estava morto.
· Chegando lá, todos ainda pranteavam e velavam, pois um funeral durava cerca de 7 dias, entre enterro e luto. Lamentando por Jesus não ter chegado a tempo.
· Mas não sabiam ele que o nosso Deus nunca se atrasa.
· Observa aquela situação e chora, como demonstração da sua natureza humana e prova da sua misericórdia.
· Pede para que se remova a pedra. Todos ficam espantados diante daquele pedido pois já havia quatro dias de falência. O cheiro era insuportável. O que esse homem quer fazer?
· Ramsey Michaels diz que Jesus operou três milagres em um só: 1) trazer a vida; 2) regenerar a carne; 3) fazer uma pessoa levitar.
A ressurreição de Lázaro foi a terceira do ministério de Jesus, mas foi a mais polêmica. A primeira foi da filha de Jairo, Mc 5:21-43; Segunda o filho da viúva da Naim, Lc 7: 11-17. Mas essa foi a primeira que aconteceu nas barbas dos fariseus e sacerdotes. E foi sem dúvida a que mais se aproximou do que o Senhor fará no ultimo dia, onde arrebatará sua igreja e regenerará o corpo dos que morreram em Cristo.
Mas essa ressurreição foi vista de três formas diferentes...e hoje tem pessoas aqui que se encaixam em um dessas três formas diferentes de ver a Jesus:
A primeira forma de ver a Jesus.
1) Medo de Mudança
v.48.......
A situação de Israel como nação integrada ao império era muito confortável.
* Era uma espécie de prisioneiro com regalias;
* É o tipo de pessoas que se acostuma com as desgraças que acontecem em sua vida;
* E tudo isso acontece por que ela acha toda mudança só irá piorar a situação;
* Essa forma de olhar a Jesus é muito comum na vida do marido que não quer ver a mulher na igreja. Porque a mudança na vida dela irá trazer mudanças na dele também;
* Todos acham bonito falar de Jesus, e principalmente nos momentos de grande dificuldade, onde todos se tornam grandes fervorosos na fé.
* Nós sempre passamos por mudanças: Nascimento, Infância, adolescência, casamento...
* Mas a mais importante das mudanças nos trás medo, quando deveria te trazer alegria. È a mudança que te tira do pecado e te coloca na posição de filho de Deus,
* Mas as pessoas tem medo da mudança que Cristo pode trazer para sua vida, por um só motivo: medo de se conhecer mais. Saber que é um pecador.
2) OLHOS DO OPORTUNISMO
v.46........
* Esses estavam indo para onde o vento soprasse. Se os fariseus aprovarem o que Jesus fez então agente vai junto, mas se não. E de todo jeito eles queriam estar bem com todos. E ainda ganhar um ibope com os sacerdotes.
* È a típica pergunta: o que Jesus vai fazer por mim se eu for para igreja;
* Barganhar com Deus;
* Jesus deixa de ser o salvador, para se tornar a solução para os meus negócios. O dízimo se torna o melhor capital de giro, pois eu dou e o Senhor tem que me dar em dobro;
* Essa a pessoa é aquele que fica pelo caminho, por que sua fé dependia do que Deus lhe dava. Quando deveria olhar o Senhor como aquele que promete e cumpri, pois se o Senhor promete que já mais desamparará uma viúva Ele cumprirá;

3) COM FÉ
V.45....* Esses aqui se desprenderam de qualquer situação política contraria para crer verdadeiramente no Filho de Deus;
* È Depender;
* Confiar: * Se desprender; Conclusão: corte a corda;

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

DOCE REGRESSO

Um artista muito talentoso estava preocupado, pois ainda não havia pintado a "sua tela", a obra-prima que seria a suma expressão de sua arte.

E como seguia por uma estrada a procurar uma grande idéia, encontrou-se com um velho ministro e perguntou-lhe qual era a coisa mais bela do mundo:
- A coisa mais bela do mundo é a fé.

Daí à pouco, encontrou-se com uma jovem vestida de noiva e fez-lhe a mesma pergunta:
- É o amor, respondeu ela.

Por fim, encontrou um veterano de guerra:
- A coisa mais bela do mundo é a paz, disse o soldado.

Enquanto voltava, ia meditando nestas respostas: "Fé, amor e paz". Como poderia representar tudo isso num único quadro?

A resposta parecia-lhe demasiada difícil, até que entrou em casa e viu a fé no olhar de seus filhos, o amor no sorriso da esposa e a paz ali mesmo, no seu ambiente familiar.

Lançou-se de imediato à pintura e, quando terminou, chamou a sua obra-prima de:

"O Lar".


Eu e a minha casa
serviremos ao SENHOR.

Josué 24.15


Autor Desconhecido

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Ativista gay afirma que Deus é um “fanático homofóbico pecador”



Ativista gay afirma que Deus é um “fanático homofóbico pecador”


Frank Kameny, ativista homossexual ”pioneiro” que foi honrado pelo presidente Obama e seu governo, disse que o Deus da Bíblia é um ”fanático homofóbico pecador” que precisa ‘’se arrepender de sua homofobia pecadora”.

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Kameny fez as afirmações sobre o Deus judaico-cristão numa carta para Peter LaBarbera de Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade, em 13 de outubro de 2009:

”Seu Deus de Levítico (e da Bíblia inteira) é claramente um fanático homofóbico pecador. Ele precisa se arrepender de seu pecado de homofobia. Ele precisa fazer expiação por esse pecado. E ele precisa buscar perdão pela dor e sofrimento que seu pecado de homofobia infligiu, sem necessidade alguma, nos gays nos 4.000 anos passados”, escreveu Kameny para LaBarbera. ”Não é a homossexualidade que é sempre errada, imoral e pecado. É a homofobia, inclusive a homofobia de seu próprio deus que é errada, imoral e pecado. Por isso, seu deus é um pecador…”.

Astrônomo que foi demitido de seu emprego no governo federal em 1957 devido à sua homossexualidade, Kameny liderou o primeiro protesto homossexual público dos Estados Unidos (por causa de sua demissão), em 1965. Kameny, que ficou famoso por seu lema agressivo e contra-cultural ”Gay is Good” [Gay é bom], foi líder da campanha organizada de ativistas homossexuais para pressionar a Associação Psiquiátrica Americana a remover a homossexualidade da lista de desordens mentais (que foi bem sucedida quando a APA capitulou em 1973).

Em 17 de junho de 2009, Kameny recebeu do presidente Obama a caneta oficial da Casa Branca numa cerimônia da Casa Branca para a assinatura da ordem executiva de Obama decretando benefícios de parceria doméstica para certos funcionários federais.

Mais tarde, num discurso de 29 de junho na Casa Branca honrando o ”mês do orgulho gay”, o presidente Obama louvou Kameny, dizendo: ”Estamos orgulhosos de você, Frank, e estamos gratos a você por sua liderança”.

Kameny foi também honrado pelo homossexual assumido John Berry, que é diretor da Secretaria de Gerência de Recursos Humanos (SGRH), numa cerimônia especial em 24 de junho de 2009 patrocinada pela organização de funcionários gays da SGRH. Ali, Kameny recebeu a Condecoração Theodore Roosevelt, a mais elevada honra da SGRH, ”Por Mais de Meio Século de Liderança na Luta por Direitos Civis”. Berry também deu para Kameny um pedido oficial de perdão por sua demissão 50 anos atrás.

Respondendo à carta de Kameny afirmando que Deus precisa se arrepender, LaBarbera da AVH disse:

”É claro que as declarações ofensivas de Frank Kameny sobre Deus são um atraso completo: É Frank que é o pecador obstinado que precisa se arrepender. Graças a Deus, nunca é tarde demais para os pecadores se afastarem de seus pecados e humildemente aceitarem o perdão de Deus por meio de Jesus Cristo”.

”Contudo, num sentido pelo menos Kameny é franco acerca de como sua ideologia que celebra a homossexualidade está diametralmente oposta ao plano de Deus para a humanidade, conforme foi revelado na Bíblia. Infelizmente para Frank, ele não tem autoridade para julgar o pecado e a moralidade; essa esfera pertence exclusivamente ao Deus Todo-poderoso”, conclui LaBarbera.

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Crítica Textual

CRÍTICA TEXTUAL DO NOVO TESTAMENTO

APOSTILA BASEADA NO LIVRO DO AUTOR “WILSON PAROSCHI”

Texto de abertura das aulas de crítica textual do NT para estudantes de bacharel em teologia do Seminário Teológico Pentecostal do Nordeste em Caruaru

AULA 1

Introdução

A ciência que procura restabelecer o texto original de um trabalho escrito cujo autógrafo não mais exista é denominada crítica textual. Conhecida nos meios seculares por ecdótica, sua aplicação não se restringe ao NT, sendo extensível a qualquer peça de literatura cujo texto original tenha sido eventualmente alterado no processo de cópia e recópia, sobretudo antes da invenção da impressa no século XV. Por sinal, os princípios metodológicos são basicamente os mesmos, exceto, obviamente, aqueles relacionados a características e circunstâncias particulares, se bem que tais exceções muitas vezes podem assumir um papel determinante.


Quanto ao material com que trabalham os críticos textuais, este inclui, no caso específico do NT, não somente as cópias manuscritas dos livros apostólicos na língua original, o grego, mas também antigas versões, bem como citações de passagens bíblicas de antigos escritos. A prática da crítica textual, portanto, exige um conhecimento especializado dos diferentes manuscritos e das respectivas famílias textuais, conhecimento da paleografia grega e do cânon crítico, além do vocabulário e da teologia do autor cujo livro se examina. Só assim serão exeqüíveis a reconstituição da história do texto sagrado da forma mais completa possível e a conseqüente edição de um texto que busque refletir com exatidão os termos do original.


Visto ser necessário o estabelecimento de um texto confiável antes de passar a outros estudos, a crítica textual costumava ser chamada de baixa crítica, como que a representar os níveis primários na estrutura do estudo crítico, em contraposição à alta crítica, que estuda os problemas de composição, incluindo-se o autor, a data, o lugar e as circunstâncias em que foi escrito o material em questão. As expressões “baixa crítica” e “alta crítica”, porém, têm dado margem a objeções por parecerem indicar diferentes graus de importância. Em vista disso, em tempos recentes têm sido substituídas respectivamente pelas expressões “crítica textual” e “crítica histórica”, que melhor descrevem a natureza e os objetivos de ambas as ciências.


autor: Gedeon Martins

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