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Programa Verdade e Vida

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Campanha Leia Mais, 29º dia


29 de Maio de 2010, 29º dia
Um grande princípio,
Gênesis 1

Eu sempre tenho dificuldades de iniciar um texto. Ás vezes penso em começar com uma história, outras vezes com uma pergunta, as vezes me da vontade de nem começar. Essa minha luta toda é apenas com um texto, agora imaginar para criar o universo.
Primeiro, me impressiono com a criatividade de Deus. Nossa! Quantas coisas, células, seres, sistemas, e etc. Tantas coisas e cada uma com sua característica e peculiaridade.
Segundo, o método. “Haja luz, e houve luz”, não precisou de parafusos, cabos, régua, nada, apenas do poder de Sua palavra. Tudo acontecia exatamente conforme o ordenado.
Terceiro, a simplicidade. O Senhor não utilizou ações extravagantes e gestos soberbos, apenas a Sua palavra, pura, simples e objetiva.
Com isso eu aprendo que Deus é mais criativo, poderoso e simples do que imaginava. E creio que da mesma forma Ele age na minha vida.
by Gedeon Martins

sábado, 29 de maio de 2010

FORMIGA ESCRAVAGISTA
Conta-se que há na Amazônia uma espécie de formigas que literalmente escraviza outras formigas mais fracas.
Elas atacam o formigueiro da espécie mais fraca, matam seus defensores e levam os casulos das formigas trabalhadoras.
Quando estas "crianças capturadas" saem do casulo, elas pensam que fazem parte da família das formigas invasoras e lançam-se nas tarefas para as quais nasceram.

Nunca chegam a compreender que são vitimas do inimigo para fazerem trabalho forçado.



Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado.
João 8.34

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Campanha Leia Mais, 28º dia

28 de Maio de 2010, 28º dia
Minha família a sombra do Onipotente,
SALMOS 91

INTR: Quem quer ver sua família passar por uma desgraça? Quem deseja ver uma pessoa querida passar por uma tragédia? Ninguém! Por isso mesmo que corremos, lutamos e trabalhamos como formigas operárias, por que queremos dar o melhor para os nossos amados.
Mas será possível ter livramento de todos os males do mundo? Isso ninguém pode garantir, por que o amanhã pertence somente a Deus. Mas é possível viver mais seguro e com mais tranqüilidade sobre o amanhã? O Salmo 91 nos ensina que sim.

Elucidação:

Versículo 3 = Existe uma promessa: “Pois ele te livrará...”
A proposta desde salmo é nos fazer enxergar que Deus é aquele que livra dos males que nós não podemos ver, ou mesmo, imaginar.
“...do laço do passarinheiro e da peste perniciosa.”
Isso mostra que as armadinhas montadas pelo inimigo (“laço do passarinheiro”) são desmanchadas por Deus e as calamidades que acontecem com os outros corriqueiramente (“...e da peste perniciosa”) só nos atinge se for por permissão do Senhor. A promessa de livramento de pragas e calamidades coletivas aparecem em outros trechos vv10 “praga nenhuma chegará a tua tenda”, vv6 “Nem a peste que se propaga nas trevas, nem a mortandade que assola ao meio-dia”.

Versículo 4 = A proteção de Deus é apresentada como as asas de uma ave que impreterivelmente cobre seus filhotes com suas penas, protegendo de tudo e usando todas as suas armas para defesa dos seus pequeninos. Sendo que, essa proteção estará sobre os filhos que praticam a verdade (“a sua verdade é pavês e escudo”), pois Deus nunca irá colocar suas asas sobre a mentira, o engano e a injustiça.

Versículo 5 = “Terror noturno”. São os pesadelos provocados por demônios, que tem como característica a aproximação com a realidade. Ex: Você sonha que está sendo enforcado por alguém e chega a sentir as mãos da pessoa no seu pescoço. O texto diz que nós teremos coragem dada por Deus para encarar esse mal.
“A seta que voa de dia”=

Versículo 6 = Fala das calamidades mortíferas que assolam a sociedade: Assassinatos, Tragédias e outras desgraças. Sendo estes fatos acontecidos com sua família com a permissão e propósito divino.
Versículo 7 e 8= Mostra que os nossos olhos verão a queda daqueles que não conhecem a Deus e que nós jamais seremos atingidos.

Versículo 11 – 13= O Senhor promete a proteção velada pelos anjos e a condução pelos caminhos corretos para não haver tropeços. (Deus providência os meios para nós não cairmos em pecado, caímos se quisermos).

by Gedeon Martins

Campanha Leia Mais, 27º dia


27 de Maio de 2010, 27º dia
Tempo de reconstrução,
Neemias 1
Neemias foi contemporâneo de Esdras e copeiro do Rei no Palácio na Pérsia, liderou o terceiro e último retorno para Jerusalém depois do cativeiro babilônico.
Sua preocupação com Jerusalém e com os seus habitantes fez com que tomasse uma rápida e corajosa ação. Com uma permissão concedida para retornar para a sua terra, Neemias desafiou os seus compatriotas a levantar e reconstruir os muros de Jerusalém. Com oposição e insultos de inimigos, o trabalho foi completado em apenas 52 dias – um fato que todos os inimigos de Israel atribuíram à bondade de Deus para com o Seu povo.
Mas em contraste o reavivamento e a reforma do povo de Deus em relação à construção dos muros levou anos da vida e da liderança de Neemias.
QUAIS AS NECESSIDADES PARA RECONSTRUIRMOS
1º Confessar e reconhecer os seus pecados;
2º É necessário sair do lugar de comodidade;
3º É necessário acreditar e ter coragem para assumir os riscos;
4º É necessário saber que ser líder é estar, muitas vezes, em um exílio (solidão)
 by Gedeon Martins

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Campanha Leia Mais, 26º dia


26 de Maio de 2010, 26º dia
Um pouco da eternidade dá-nos hoje
Lucas 11.3
“o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia;”
O que desejamos mais do que céu? Tem pessoas que desejam dinheiro, fama, poder, e outros apenas o que comer todos os dias. Quem está certo?  Nenhum dos dois grupos!
O senhor nesse texto de Lucas nunca nos ensinou a pedir pelo dinheiro ou bem material, Ele sempre nos exortou o contrário, o desapego e a olhar para os tesouros dos céus. Então por que Ele fala de “pão nosso cotidiano”? Essa era uma expressão usada pelo povo de Israel no tempo do deserto, pois quando chegava à sexta-feira o povo se reunia e orava pelo pão do sábado para que Deus enviasse esse pão também na sexta-feira para que no dia do sábado eles estivessem apenas orando e adorando ao Senhor. Com o tempo, esse termo “pão de cada dia” se tornou uma oração escatológica e uma expressão do anseio do povo pela vinda do Senhor.
Jesus quando faz essa citação está nos ensinando a desejar um pouco do céu hoje, um pouco da glória futura no tempo presente. Assim, entendemos que nessa oração o Senhor queria nos ensinar a desejar mais um pouco do que iremos desfrutar na gloria em vida terrena.
by Gedeon Martins

Campanha Leia Mais, 25º dia


25 de Maio de 2010, 25º dia
Quem poderia nos levar a Deus?
I Timóteo 2.5-6
“Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos. Esse foi o testemunho dado em seu próprio tempo.” NVI
Será que você ou quem quer que seja teria a capacidade de dar a sua vida pelo pior dos pecadores? Imagine agora, você um cidadão de bem, paga seus impostos, trabalha descentemente, cumpre com suas obrigações do lar, um exemplo! Terá que dar a sua vida por uma pessoa ruim, o oposto de você, indigna de qual quer elogio. Imaginou? Eu imagino todos os dias e todos os dias agradeço a Deus por Jesus Cristo, por ter dado a sua vida por mim quem não merecia nem ter meu nome citado na existência humana.
Sabe o que é incrível? É a facilidade das pessoas confiarem em “senhoras” e “santos” achando que eles tem o poder ou a capacidade de exercer aquilo que somente um pode fazer, Jesus, o único intermediador.
Obrigado meu Deus por que existe uma ponte que me conduz a Ti, Jesus Cristo.
by Gedeon Martins

terça-feira, 25 de maio de 2010

Campanha Leia Mais, 24º dia


24 de Maio de 2010, 24º dia
Adoro o Senhor por que Nasci de Novo...
João 4. 23 e 24
Adoração é para aqueles que nasceram de novo, isso é um fato encontrado nesse texto de João. O Senhor Jesus é questionado pela mulher samaritana sobre que lugar se deveria adorar, Samaria ou Jerusalém? O Senhor mostrou que não é o lugar, hora, momento, nada disso, mas sim, em espírito e em verdade.
Por que em Espírito e em Verdade?
Em espírito porque só pode ser feita por aqueles que nasceram de novo. E em verdade, que toda adoração deve ser mediante as instruções da Bíblia. Isso mostra que só aqueles que tiveram um encontro verdadeiro com Jesus podem ser chamados de adoradores. Que passou pela lavagem do sangue do cordeiro, isso mostra a natureza do adorador, um novo ser adorando seu único Senhor. Outra complexidade da adoração está no seu conteúdo, em verdade. Deus só aceita adoração que seja autorizada por Sua palavra, ou seja, mesmo que você seja nascido de novo e não adorar como ordem bíblica a sua adoração será rejeitada por Deus.
Assim, percebemos, que adorar a Deus é algo sério e de importância vital na vida da Igreja.
Devemos adorar como Ele quer ser adorado!
by Gedeon Martins

Campanha Leia Mais, 23º dia


23 de Maio de 2010, 23º dia
Prego e vivo para meu Soberano Senhor...
Judas 4
“Pois certos homens, cuja condenação já estava sentenciada há muito tempo, infiltraram-se dissimuladamente no meio de vocês. Estes são ímpios, e transformam a graça de nosso Deus em libertinagem e negam Jesus Cristo, nosso único Soberano e Senhor.”
Até onde vai a imundice dos homens? Culto a ciência, devoção ao sucesso, para que esses pecados não são suficientes para satisfazer a natureza pecaminosa do homem moderno. Hoje existe uma corrida para se provar aquilo que é estupidez negar, a existência de Deus. O ateísmo que se coloca na posição de perseguidos quando na realidade são eles quem persegue os cristãos. O movimento homossexual que agrida a família e até mesmo o nome de Deus. São situações que nos cercam e nos fazem entender por que a humanidade está destituída da glória de Deus.
Mas você acha o problema é apenas fora da igreja, não! Judas nos alerta para os inimigos da verdade que surgem dentro da igreja, disfarçados de bondade e com aparência piedosa, iludem e lançam veneno dos púlpitos. As principais características deles é a negação da soberania do Senhor Jesus, como também, transformar a graça de Deus em algo fútil, sem valor, e submissa aos caprichos humanos.
Faça uma reflexão e veja quantas “igrejas” negam a soberania e vendem a salvação aqui no Brasil? Quantos pastores com aparência piedosa têm iludido milhares de pessoas e usado os dízimos e ofertas como instrumento de extorsão.
Por isso temos que viver e anunciar o Soberano Senhor Jesus Cristo.
Pregar que o céu é daqueles que o Senhor Elegeu antes da fundação do mundo e que não depende de quem quer e nem de quem corre, mas de Deus agir com misericórdia.

by Gedeon Martins

Ilustração !!!!!!!!!!!!

         Você realmente crê em Deus?
Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queira a glória só pra si, resolveu subir sem companheiros.
Durante a subida, foi ficando mais tarde e mais tarde e ele, para ganhar tempo, decidiu não acampar, sendo que continuou subindo... e, por fim, ficou escuro.
A noite era muito densa naquela ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era trevas, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens.
Ao subir por um caminho estreito, a poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.
Naqueles breves segundos da sua queda, sua vida passava-lhe inteira à sua frente. Quando a morte já lhe era certa, de repente, um fortíssimo solavanco... causado pelo esticar da corda à qual estava amarrado e que, por sorte, prendera-se às rochas.
Nesse momento de solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer, senão pedir socorro aos céus: - Meus Deus, ajude-me!
De repente, uma voz vinda dos céus lhe pergunta: - Que queres que eu te faça?
- Salva-me, meu Deus! Respondeu o alpinista.
- Crês realmente que Eu posso salva-lo?
- Sim, Senhor, eu creio.
- Então, corta a corda!
Depois de um profundo momento de silêncio, o alpinista agarrou-se ainda mais à corda.
- Porque duvidas... não crês que eu posso salvá-lo? Insistiu a voz. – Se creres, verás a glória de Deus.
Conta a equipe de resgate que, no outro dia, encontraram o alpinista morto, congelado, com as mãos firmemente agarradas à corda... a apenas dois metros do chão.

“O Senhor nosso Deus nos segura pelas mãos e nos diz: Não temas, Eu te ajudo” – Isaías 41.13.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Campanha Leia Mais, 22º dia


22 de Maio de 2010, 22º dia
Sou de Deus, vivo por Ele, e sempre voltarei...
Romanos 11.36
Como deve ser a vida de alguém que não sabe para onde vai? Eu faço essa pergunta por que não me lembro mais dos meus dias longe do evangelho, minha conversão se deu ainda na adolescência e de lá até hoje vivo na presença do Senhor. Sei para onde vou e também sei que grande parte dos meus leitores também sabe para vão, mas e quem não encontrou a finalidade de sua existência, que não sabe se foi criado ou se veio do macaco. Tristes almas! Perdidos e acreditam que encontravam a vida no álcool, nas drogas, prostituição, mas só encontraram um enorme vazio dentro si.
Sou de Deus e sei que devo viver para Ele. Com isso, minhas palavras, pensamentos e ações devem o glorificar. Assim, minha vida irá resplandecer a face de Deus na tarde e isso servirá de testemunho entre os povos.
E sempre voltarei para Ele. Posso até um dia teimar em me afastar (que Deus me livre desta triste situação), mas sei que Ele com o seu cajado me arrastará para perto dEle. Sempre volto para Ti Senhor!

Sejamos o Louvor de Deus onde estivermos!
by Gedeon Martins

Campanha Leia Mais, 21º dia


21 de Maio de 2010, 21º dia
Ser sábio é temer a Deus
Salmos 111
Qual o valor de uma pessoa inteligente? Ela é admirada, procurada, rodeada de pessoas e cobiçada no mercado. Mas existe um grande problema com tudo isso! Que sem a sabedoria toda a inteligência de uma pessoa só serve para a sua própria glória.
Existe um personagem bíblico que eu admiro muito, Salomão. Não por suas conquistas ou pelo seu reinado, mas por um único pedido que ele fez ao Senhor, sabedoria. Ao ponto que esse homem é reconhecido como o rei mais sábio de Israel. Pode até ser que Salomão não fosse bom de ciência ou matemática, mas ele conseguia resolver situações com um saber divino.
O Salmos 111 nos mostra se alguém quer ter uma sabedoria vinda dos céus, uma sabedoria para resolver problemas e administrar situações precisamos temer a Deus. Amar Seus mandamentos é um prova de temor. Desejar está na sua presença é uma forma de temor.
A Igreja dos nossos dias precisa de mais crentes cheios da sabedoria dos céus. Os escândalos, a vergonha, o escárnio produzidos em muitos púlpitos são uma prova dessa necessidade.
Irmãos, todos vocês que estão lendo esse texto, peça a Deus sabedoria. Para que Deus nos encha do Seu saber e nos conduza a lugar da santa e humildade sabedoria divina.
 by Gedeon Martins

sábado, 22 de maio de 2010

JESUSCIDÊNCIA
Há uma igreja nos EUA chamada "Almighty God Tabernacle" (Tabernáculo do Deus Todo-Poderoso).

Num sábado à noite o pastor dessa igreja ficou trabalhando até mais tarde e decidiu telefonar para sua esposa, antes de voltar para casa.

A esposa não atendeu o telefone, apesar de tocar várias vezes. O pastor continuou  a fazer mais algumas coisas e, mais tarde, tentou de novo e sua esposa atendeu de imediato. Ele perguntou por que ela não havia atendido antes e ela disse que o telefone sequer havia tocado.

Na segunda-feira seguinte, o pastor recebeu um telefonema. Era de um homem e ele queria saber por quê haviam ligado para sua casa no sábado à noite.

O pastor, então, entendeu que havia cometido um engano e pediu desculpas ao homem por perturbá-lo, explicando que havia tentado falar com sua esposa.

O homem disse-lhe:
- Tudo bem, não precisa se desculpar, pois, não liguei para reclamar. Liguei para agradecer. Eu estava planejando me suicidar naquele momento. Antes, porém, eu orei dizendo: "Deus, se tu existes e estás me ouvindo e não queres  que eu faça isso, dá-me um sinal, agora". Naquele momento, o telefone começou a tocar. Eu olhei para o identificador de chamadas e lá estava escrito: "Almyghty God" (Deus Todo-Poderoso).

O pastor ficou  maravilhado com a coincidência e perguntou:
- E por que você não atendeu, meu amigo?

Ele respondeu:
- Eu fiquei com medo.


Deus é amor.
I João 4.8

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Leiam isso!

Patologia de um fantoche

O ex-cineasta Arnaldo Jabor sempre aparece na calada da noite para assustar crianças e democratas com seus olhos e raciocínios esbugalhados. Medo.

Mais feio é o que ele escreve. Ao observar a patologia de suas dejeções literárias, ficam evidentes o oportunismo e a escatologia ideológica desse cidadão.

Do alto de seu ego, em vez de pular e suicidar-se, investe numa retórica de inegável pobreza estilística. Sua literatura arrogante é indigna de reacionários limpinhos como Nelson Rodrigues ou alucinados geniais como Glauber Rocha.

Sem pudor, o Arnaldo limpa os pés nos capachos dos palácios e outorga-se lucidez num país de dementes. Joga suas fichas ensebadas na provocação barata, na autopromoção compulsiva, no servilismo explícito.

Ele sempre encontra um jeito de puxar o saco dos barões e baronetes. FHC, Collor, Serra, Bush, Reagan. Até PC Farias esse homem defendeu. Menos o Lula, parabéns.

Arnaldo somatiza a doença da adesão incondicional ao poder econômico. Em seu maniqueísmo, que alterna forças das trevas e anjos neoliberais, o que não for tucano é lixo, espantalho, judas.

Uiva delírios paranoicos e destila rancor contra quem tenha um projeto para o Brasil diferente do genocídio promovido pelas elites brancas.

Faz de conta que seus aliados não são o que o Brasil formou de mais perverso, arcaico e malévolo nas últimas décadas.

Mártir de si mesmo, Arnaldo morre de medo de perder o emprego que lhe restou. Não há por que se preocupar. Sempre haverá espaço para os escribas do templo que exalem elogios subalternos e lambam as feridas que o poder produz.

PS: Se alguém achou esse post pesado, grosseiro ou sem noção, um conselho: imagine o Jabor lendo isto na TV. No fundo, no fundo, estou prestando uma homenagem.

Marcos Antonio Araujo
fonte: www.r7.com

Campanha Leia Mais, 20º dia


20 de Maio de 2010, 20º dia
A humilhação que agrada a Deus,
Filipenses 2. 5-11
A obediência é o principal fator do relacionamento entre nós e Deus. Sempre que esse princípio foi quebrado a relação entre o ser humano e o Senhor se deteriorava. Mas, o Senhor sempre deixou as portas abertas para a reconciliação, pois foi assim com Davi e outros personagens bíblicos.
O maior exemplo, entretanto, de obediência não vem de um homem (como gênero ou espécie), vem do próprio Deus. Jesus é a ação divina na terra provando e ensinando a todos nós que nível de obediência Deus quer de nós.
Primeiro, é um obediência que visa a alegria do outro. Nesse caso o outro é Deus. Não algo que eu tire proveito, mas algo que vise apenas a alegria de Deus. Segundo, é uma obediência que esvazia. Retirar de nós aquilo que nos orgulha e fazer de nossas vidas um orgulho para Deus. Terceiro, que faça do homem inferior à Deus. Humilhação foi o que Cristo passou na cruz e isso glorificou ao Pai. Sejamos assim, homens e mulheres obedientes para humilhação nossa e glória do Senhor.
by Gedeon Martins

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dependa do Senhor!

PASSAR BEM
Foi muito interessante o que uma senhora disse ao seu médico. Ela estava enferma e após ter-se consultado e sido medicada, seu médico, com a receita de remédios na mão, lhe disse:
- Agora, por seis meses, repouso absoluto. Não saia de casa.

Ela não concordou e respondeu:
- Pois é, eu sou crente. Como é que vai ser? E a minha igreja, doutor?
- Ora, protestou o médico, a sua igreja pode passar muito bem sem a senhora.

- Sim, eu sei, retrucou a mulher, eu é que não posso passar muito bem sem a minha igreja!


Não deixemos de congregar,
como é costume de alguns.
Hebreus 10.25

Campanha Leia Mais, 19º dia


19 de Maio de 2010, 19º dia
Paz em meio às línguas de guerra,
Salmos 120
Ser crente nos dias de hoje é ser provado onde você estiver. Parece até exagero isso que acabei de dizer, mas acredito nisso de verdade. Percebo no testemunho de muitos irmãos da igreja a dificuldade de testemunhar do evangelho de Jesus Cristo em meio aos incrédulos, pois as palavras, as praticas e tudo mais incomoda aqueles que são inimigos de Deus.
Nos tempos de Israel dos reis e profetas, foi criado esse salmo de romagem, onde as pessoas entoavam enquanto se direcionavam ao templo. O seu tema era a preocupação do convívio do filho de Deus em meio aos amantes da guerra e da língua que prega essa guerra. Mas o salmista ainda relata a sua dificuldade de conviver com essas pessoas e clama ao Senhor para que ele o socorra desses dias de tanta dificuldade.
Acredito que nós não temos como nos livrar dessas pessoas, pois na sua maioria das vezes eles estão nos nossos trabalhos e até mesmo dentro de nossas casas, mas podemos pedir a Deus para nos fortalecer, nos sustentar de graça e nos ensinar como suportar tempos de línguas que pregam a guerra.

by Gedeon Martins

terça-feira, 18 de maio de 2010

Campanha Leia Mais, 18º dia


18 de Maio de 2010, 18º dia
A melhor herança é a sabedoria,
1 Reis 2.1-9
O que você pretende deixar para seus filhos quando a morte te abraçar? Muitos pensam em deixar riqueza, poder, uma empresa, ou qual quer coisa que traga conforto financeiro para seus filhos. Davi deixou mais do que isso.
Na minha devocional de hoje me deparei com esse texto que nos ensina sobre herança, sobre o que é mais importante passar para um filho. O rei orienta ao seu sucessor sobre os perigos do reino e sobre como esse sucessor deve lidar com cada problema que irá enfrentar.
Mas, as primeiras palavras de Davi são um forte apelo ao equilíbrio e confiança na capacidade que Deus iria dar ao novo rei. Acho uma idéia maravilhosa dada por Deus à Davi, instruir, e passar informações para um bom governo. Isso é melhor do que dinheiro, riquezas, pois sabedoria ninguém pode roubar de outro, o dinheiro sim.
Agora, imagina se nós ampliarmos essa idéia? Imagina se nós gastarmos um pouco do nosso tempo a passar para as pessoas ao nosso redor sabedoria bíblica, divina. Acredito que o meio em que estamos inseridos seria mais rico, mais equilibrado, mais harmonioso.
Ao invés de gritarmos, instruirmos, ao invés de só mandarmos explicarmos os motivos da ordem, seria crescimento na certa. Espero que não deixemos para fazer isso quando estivermos perto da morte!

by Gedeon Martins
P.s. Hoje é aniversário da minha querida Caruaru, minha cidade querida. Que Deus abençoe esse cantinho de Pernambuco!
EXORT - AÇÃO
No seu livro Segredos da Montanha, Pat Williams fala de uma experiência com um grupo de estudantes.

Foi-lhes dito que os cientistas tinham provado que as crianças com olhos castanhos eram mais espertas do que aquelas com olhos azuis.

Imediatamente os estudantes com olhos castanhos começaram a trabalhar bem na escola.

Contudo, uns dias mais tarde foi-lhes dito que tinham sido enganados, e que eram os jovens com olhos azuis que eram de fato os mais espertos.

Rapidamente as notas das crianças com olhos azuis subiram acima das dos seus colegas de olhos castanhos.

Este estudo demonstra que as palavras têm o poder de influenciar o comportamento.



Exortai-vos uns aos outros,
e edificai-vos uns aos outros.
I Tessalonicenses 5.11

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Tudo sobre o Apóstolo Paulo

A VIDA DO APÓSTOLO PAULO

“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”

Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves   e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).
Sua verdadeira aparência teremos de deixar por conta dos artistas, pois não sabemos ao certo. Matérias mais importantes, porém, demandam atenção — o que ele sentia, o que ele ensinava, o que ele fazia.
Sabemos o que esse homem de Tarso chegou a crer acerca da pessoa e obra de Cristo, e de outros assuntos cruciais para a fé cristã. As cartas procedentes de sua pena, preservadas no Novo Testamento, dão eloqüente testemunho da paixão de suas convicções e do poder de sua lógica.
Aqui e acolá em suas cartas encontramos pedacinhos de autobiografia. Também temos, nos Atos dos Apóstolos, um amplo esboço das atividades de Paulo. Lucas, autor dos Atos, era médico e historiador gentio do primeiro século.
Assim, enquanto o teólogo tem material suficiente para criar intérminos debates acerca daquilo em que Paulo acreditava, o historiador dispõe de parcos registros. Quem se der ao trabalho de escrever a biografia de Paulo descobrirá lacunas na vida do apóstolo que só poderão ser preenchidas por conjeturas.
A semelhança de um meteoro brilhante, Paulo lampeja repentinamente em cena como um adulto numa crise religiosa, resolvida pela conversão. Desaparece por muitos anos de preparação. Reaparece no papel de estadista missionário, e durante algum tempo podemos acompanhar seus movimentos através do horizonte do primeiro século. Antes de sua morte, ele flameja até entrar nas sombras além do alcance da vista.
Sua Juventude:
Antes, porém, que possamos entender Paulo, o missionário cristão aos gentios, é necessário que passemos algum tempo com Saulo de Tarso, o jovem fariseu. Encontramos em Atos a explicação de Paulo sobre sua identidade: “Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia” (At 21:39). Esta afirmação nos dá o primeiro fio para tecermos o pano de fundo da vida de Paulo.
A) Da Cidade de Tarso. No primeiro século, Tarso era a principal cidade da província da Cilícia na parte oriental da Ásia Menor. Embora localizada cerca de 16 km no interior, a cidade era um importante porto que dava acesso ao mar por via do rio Cnido, que passava no meio dela.
Ao norte de Tarso erguiam-se imponentes, cobertas de neve, as montanhas do Tauro, que forneciam a madeira que constituía um dos principais artigos de comércio dos mercadores tarsenses. Uma im­portante estrada romana corria ao norte, fora da cidade e através de um estreito desfiladeiro nas montanhas, conhecido como “Portas Cilicianas”. Muitas lutas militares antigas foram travadas nesse passo entre as montanhas.
Tarso era uma cidade de fronteira, um lugar de encontro do Leste e do Oeste, e uma encruzilhada para o comércio que fluía em ambas as direções, por terra e por mar. Tarso possuía uma preciosa herança. Os fatos e as lendas se entremesclavam, tornando seus cidadãos ferozmente orgulhosos de seu passado.
O  general romano Marco Antônio concedeu-lhe o privilégio de libera civitas (“cidade livre”) em 42 a.C. Por conseguinte, embora fizesse parte de uma província romana, era autônoma, e não estava sujeita a pagar tributo a Roma. As tradições democráticas da cidade-estado grega de longa data estavam estabelecidas no tempo de Paulo.
Nessa cidade cresceu o jovem Saulo. Em seus escritos, encontramos reflexos de vistas e cenas de Tarso de quando ele era rapaz. Em nítido contraste com as ilustrações rurais de Jesus, as metáforas de Paulo têm origem na vida citadina.
O reflexo do sol mediterrânico nos capacetes e lanças romanos teriam sido uma visão comum em Tarso durante a infância de Saulo. Talvez fosse este o fundo histórico para a sua ilustração concernente à guerra cristã, na qual ele insiste em que “as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas” (2 Co 10:4).
Paulo escreve de “naufragar” (1 Tm 1:19), do “oleiro” (Rm 9:21), de ser conduzido em “triunfo”      (2 Co 2:14). Ele compara o “tabernáculo terrestre” desta vida a um edifício de Deus, casa não feita por mãos, eterna, nos céus” (2 Co 5:1). Ele toma a palavra grega para teatro e, com audácia, aplica-a aos apóstolos, dizendo: “nos tornamos um espetáculo (teatro) ao mundo” (1 Co­ 4:9).
Tais declarações refletem a vida típica da cidade em que Paulo passou os anos formativos da sua meninice. Assim as vistas e os sons deste azafamado porto marítimo formam um pano de fundo em face do qual a vida e o pensamento de Paulo se tornaram mais compreensíveis. Não é de admirar que ele se referisse a Tarso como “cidade não insignificante”.
Os filósofos de Tarso eram quase todos estóicos. As idéias estóicas, embora essencialmente pagãs, produziram alguns dos mais nobres pensadores do mundo antigo. Atenodoro de Tarso é um esplêndido exemplo.
Embora Atenodoro tenha morrido no ano 7 d.C., quando Saulo não passava de um menino pequeno, por muito tempo o seu nome permaneceu como herói em Tarso. E quase impossível que o jovem Saulo não tivesse ouvido algo a respeito dele.
Quanto, exatamente, foi o contato que o jovem Saulo teve com esse mundo da filosofia em Tarso? Não sabemos; ele não no-lo disse. Mas as marcas da ampla educação e contato com a erudição grega o acompanham quando homem feito. Ele sabia o suficiente sobre tais questões para pleitear diante de toda sorte de homens a causa que ele representava. Também estava cônscio dos perigos das filosofias religiosas especulativas dos gregos. “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens... e não segundo Cristo”, foi sua advertência à igreja de Colossos (Cl 2:8).
B) Cidadão Romano. Paulo não era apenas “cidadão de uma cidade não insignificante”, mas também cidadão romano. Isso nos dá ainda outra pista para o fundo histórico de sua meninice.
Em At 22:24-29 vemos Paulo conversando com um centurião romano e com um tribuno romano. (Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob seu comando; o tribuno, neste caso, seria um comandante militar.) Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo. Mas o Apóstolo protestou: “Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” (At 22:25). O centurião levou a notícia ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou sua cidadania romana mas explicou como se tornara tal: “Por direito de nascimento” (At 22:28). Isso implica que seu pai fora cidadão romano.
Podia-se obter a cidadania romana de vários modos. O tribuno, ou comandante, desta narrativa, declara haver “comprado” sua cidadania por “grande soma de dinheiro” (At 22:28). No mais das vezes, porém, a cidadania era uma recompensa por algum serviço de distinção fora do comum ao Império Romano, ou era concedida quando um escravo recebia a liberdade.
A cidadania romana era preciosa, pois acarretava direitos e privilégios especiais como, por exemplo, a isenção de certas formas de castigo. Um cidadão romano não podia ser açoitado nem crucificado.
Todavia, o relacionamento dos judeus com Roma não era de todo feliz. Raramente os judeus se tornavam cidadãos romanos. Quase todos os judeus que alcançaram a cidadania moravam fora da Palestina.
C)  De Descendência Judaica. Devemos, também, considerar a ascendência judaica de Paulo e o impacto da fé religiosa de sua família. Ele se descreve aos cristãos de Filipos como “da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu” (Fp 3:5). Noutra ocasião ele chamou a si próprio de “israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim” (Rm 11:1).
Dessa forma Paulo pertencia a uma linhagem que remontava ao pai de seu povo, Abraão. Da tribo de Benjamim saíra o primeiro rei de Israel, Saul, em consideração ao qual o menino de Tarso fora chamado Saulo.
A escola da sinagoga ajudava os pais judeus a transmitir a herança religiosa de Israel aos filhos. O menino começava a ler as Escrituras com apenas cinco anos de idade. Aos dez, estaria estudando a Mishna com suas interpretações emaranhadas da Lei. Assim, ele se aprofundou na história, nos costumes, nas Escrituras e na língua do seu povo. O vocabulário posterior de Paulo era fortemente colorido pela linguagem da Septuaginta, a Bíblia dos judeus helenistas.
Dentre os principais “partidos” dos judeus, os fariseus eram os mais estritos (veja o capítulo 5, “Os Judeus nos Tempos do Novo Testamento”). Estavam decididos a resistir aos esforços de seus conquistadores romanos de impor-lhes novas crenças e novos estilos de vida. No primeiro século eles se haviam tornado a “aristocracia espiritual” de seu povo. Paulo era fariseu, “filho de fariseus” (At 23.6). Podemos estar certos, pois, de que seu preparo religioso tinha raízes na lealdade aos regulamentos da Lei, conforme a interpretavam os rabinos. Aos treze anos ele devia assumir responsabilidade pessoal pela obediência a essa Lei.
Saulo de Tarso passou em Jerusalém sua virilidade “aos pés de Gamaliel”, onde foi instruído “segundo a exatidão da lei. . .“ (At 22:3). Gamaliel era neto de Hillel, um dos maiores rabinos judeus. A escola de Hilel era a mais liberal das duas principais escolas de pensamento entre os fariseus. Em Atos 5:33-39 temos um vislumbre de Gamaliel, descrito como “acatado por todo o povo.”
Exigia-se dos estudantes rabínicos que aprendessem um ofício de sorte que pudessem, mais tarde, ensinar sem tornar-se um ônus para o povo. Paulo escolheu uma indústria típica de Tarso, fabricar tendas de tecido de pêlo de cabra. Sua perícia nessa profissão proporcionou-lhe mais tarde um grande incremento em sua obra missionária.
Após completar seus estudos com Gamaliel, esse jovem fariseu provavelmente voltou para sua casa em Tarso onde passou alguns anos. Não temos evidência de que ele se tenha encontrado com Jesus ou que o tivesse conhecido durante o ministério do Mestre na terra.
Da pena do próprio Paulo bem como do livro de Atos vem-nos a informação de que depois ele voltou a Jerusalém e dedicou suas energias à perseguição dos judeus que seguiam os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Paulo nunca pôde perdoar-se pelo ódio e pela violência que caracterizaram sua vida durante esses anos. “Porque eu sou o menor dos apóstolos”, escreveu ele mais tarde, “. . . pois persegui a igreja de Deus” (1 Co 15:9). Em outras passagens ele se denomina “perseguidor da igreja” (Fp 3:6), “como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava” (Gl 1:13).
Uma referência autobiográfica na primeira carta de Paulo a Timóteo jorra alguma luz sobre a questão de como um homem de consciência tão sensível pudesse participar dessa violência contra o seu próprio povo. “. . . noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade” (1 Tm 1:13). A história da religião está repleta de exemplos de outros que cometeram o mesmo erro. No mesmo trecho, Paulo refere a si próprio como “o principal” dos pecadores” (1 T 1:15), sem dúvida alguma por ter ele perseguido a Cristo e seus seguidores.
D)  A Morte de Estevão. Não fora pelo modo como Estevão morreu (At 7:54-60), o jovem Saulo podia ter deixado a cena do apedrejamento sem comoção alguma, ele que havia tomado conta das vestes dos apedrejadores. Teria parecido apenas outra execução legal.
Mas quando Estevão se ajoelhou e as pedras martirizantes choveram sobre sua cabeça indefensa, ele deu testemunho da visão de Cristo na glória, e orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (Atos 7:60).
Embora essa crise tenha lançado Paulo em sua carreira como caçador de hereges, é natural supor que as palavras de Estevão tenham permanecido com ele de sorte que ele se tornou “caçado” também —caçado pela consciência.
E) Uma Carreira de Perseguição. Os eventos que se seguiram ao martírio de Estevão não são agradáveis de ler. A história é narrada num só fôlego: “Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Atos 8:3).
A Conversão:
A perseguição em Jerusalém na realidade espalhou a semente da fé. Os crentes se dispersaram e em breve a nova fé estava sendo pregada por toda a parte (cf. Atos 8:4). “Respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor” (Atos 9:1), Saulo resolveu que já era tempo de levar a campanha a algumas das “cidades estrangeiras” nas quais se abrigaram os discípulos dispersos. O comprido braço do Sinédrio podia alcançar a mais longínqua sinagoga do império em questões de religião. Nesse tempo, os seguidores de Cristo ainda eram considerados como seita herética.
Assim, Saulo partiu para Damasco, cerca de 240 km distante, provido de credenciais que lhe dariam autoridade para, encontrando os “que eram do caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém” (Atos 9:2).
Que é que se passava na mente de Saulo durante a viagem, dia após dia, no pó da estrada e sob o calor escaldante do sol? A auto-revelação intensamente pessoal de Romanos 7:7-13 pode dar-nos uma pista. Vemos aqui a luta de um homem consciencioso para encontrar paz mediante a observância de todas as pormenorizadas ramificações da Lei.
Isso o libertou? A resposta de Paulo, baseada em sua experiência, foi negativa. Pelo contrário, tornou-se um peso e uma tensão intoleráveis. A influência do ambiente helertístico de Tarso não deve ser menosprezada ao tentarmos encontrar o motivo da frustração interior de Saulo. Depois de seu retorno a Jerusalém, ele deve ter achado irritante o rígido farisaísmo, muito embora professasse aceitá-lo de todo o coração. Ele havia respirado ar mais livre durante a maior parte de sua vida, e não poderia renunciar à liberdade a que estava acostumado.
Contudo, era de natureza espiritual o motivo mais profundo de sua tristeza. Ele tentara guardar a Lei, mas descobrira que não poderia fazê-lo em virtude de sua natureza pecaminosa decaída. De que modo, pois, poderia ele ser reto para com Deus?
Com Damasco à vista, aconteceu uma coisa momentosa. Num lampejo cegante, Paulo se viu despido de todo o orgulho e presunção, como perseguidor do Messias de Deus e do seu povo. Estevão estivera certo, e ele errado. Em face do Cristo vivo, Saulo capitulou. Ele ouviu uma voz que dizia: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues;. . . levanta-te, e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer” (At 9:5-6). E Saulo obedeceu.
Durante sua estada na cidade, “Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu nem bebeu” (Atos 9:9). Um discípulo residente em Damasco, por nome Ananias, tornou-se amigo e conselheiro, um homem que não teve receio de crer que a conversão de Paulo’ fora autêntica. Mediante as orações de Ananias, Deus restaurou a vista a Paulo.

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